
sábado
O novo Jornal de Nisa vem esclarecer dúvidas atempadamente

sexta-feira
Lista à Assembleia de Freguesia de Arez - Autárquicas 09

8 - MARIA DA GRAÇA ESTEVES NAZARÉ LOPES DA CRUZ, 57 anos, DOMÉSTICA;
Escolaridade obrigatória até ao 12.º ano sob proposta de lei do Governo

A proposta de lei do Governo, que foi aprovada a 10 de Julho com os votos favoráveis do PS, PCP, BE e PEV e a abstenção do PSD e do CDS-PP, estabelece o regime da escolaridade obrigatória para as crianças e jovens em idade escolar e consagra a "universalidade da educação pré-escolar para as crianças a partir de cinco anos".
Na altura da discussão do diploma na especialidade, o PS concordou com a retirada do artigo da proposta referente à admissão ao trabalho de menores abrangidos pela escolaridade obrigatória, que tinha motivado críticas por parte da oposição, nomeadamente da deputada não inscrita Luísa Mesquita, que requereu a sua eliminação.
A oposição criticou ainda a celeridade do processo legislativo, acusando o PS e o Governo de tentar cumprir "à pressa" uma promessa eleitoral, sem que se saiba quando entra em vigor, já que remete para legislação complementar sem prazos definidos.
Na altura, o socialista João Bernardo reiterou que o Governo está a criar no terreno as condições necessárias à universalidade do pré-escolar com a construção de salas de aula para abranger 100 por cento das crianças até 2011.
quinta-feira
Lista à Assembleia de Freguesia de Amieira do Tejo - Autárquicas 09

1 – FRANCISCO PEREIRA TRINDADE, 70 anos, APOSENTADO;
4 – MARIA DA ASSUNÇÃO MARCELINO LOURO VALÉRIO, 59 anos, EMPREGADA ADMINISTRATIVA;
8 – JOSÉ AFONSO MOTA MARTINS, 35 anos, TÉCNICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL;
quarta-feira
Gente do Concelho de Nisa que investe ... no exterior
terça-feira
Lista à Assembleia de Freguesia de Alpalhão - Autárquicas 09

Presidente do PS de Nisa em Forúm em Campo Maior

sexta-feira
Desespero atinge proporção de Vandalismo em Santana
quarta-feira
PS de Nisa entregou Listas completas às Autárquicas 2009

1 - JOÃO JOSÉ ESTEVES SANTANA, 57 anos, PROFESSOR CATEDRÁTICO
Por falar em vaidades: "Gestão autárquica"

Um bom exemplo disso é Vila Real de Santo António onde nos últimos anos um autarca descobriu a fórmula de sucesso, conquista o coração dos idosos aproveitando-se das fragilidades do SNS para levar meia dúzia de velhotes a operar as cataratas a Cuba. É evidente que muitos outros que têm problemas ficaram de fora desta generosidade, dava menos nas vistas. Mais beneficiado do que os velhotes foi Santana Lopes que recebeu um suplemento de rendimento a título de assessoria jurídica à autarquia.
Graças a esta manobra o autarca ficou famoso, mas isso foi pouco para convencer os munícipes de que o seu município podia ficar famoso, vai daí investe 700.000 euros na discoteca da astróloga Maia, para não referir o que terá pago ao José Castelo Branco para ser rei do Carnaval, bem como outras iniciativas para alegrar o povo.
Não está em causa se o autarca é do partido A ou do partido B, o que está em causa é que com obras de fachada, iniciativas populistas e falsas notoriedades Vila Real de Santo António não passa da cepa torta, não estimula a fixação de empresas, não estimula iniciativas empresariais, não fixa os jovens mais qualificados que são obrigados a partir.
Esta não é uma realidade exclusiva de Vila Real de Santo António ou de autarquias geridas pelo PSD, é o resultado de décadas de populismo que deram lugar a uma nova estirpe de autarcas que governam para conquistar votos e sabem que os votos fáceis, dos velhotes, dos cidadãos com menos culturas e dos estratos mais frágeis da sociedade são os mais fáceis de conquistar, basta umas obras de fachada, alguma caridade e muitas festas.
13 de Agosto de 2009-08-19
terça-feira
Artigo de opinião: "Nisa 2009"
No discurso de apresentação dos candidatos da CDU, em Nisa, a actual presidente da câmara, falou, enfim, na Albergaria da Penha do Tejo - complexo turistico lançado em 1997, mas de uma forma como se não tivesse responsabilidades politicas sobre o estado em que se encontra o mesmo, e foi mais além, prometendo resolver toda a situação nos próximos quatro anos... quarta-feira
Mandatário da Lista do PS em Nisa às Autárquicas 2009

Artigo de José Sócrates, publicado a 11 de Agosto no Jornal de Notícias

O Partido Socialista, cumprindo com seriedade e sentido das responsabilidades o seu dever democrático, apresentou já, publicamente, o seu programa eleitoral. É um programa de ambição e de futuro. Mas é também um programa com prioridades muito claras: vencer a crise, modernizar o País, reduzir as desigualdades sociais.
Dirigimos o foco da nossa atenção, claramente, para as urgências do tempo presente : superar a crise que veio de fora, relançar a economia e promover o emprego. Mas apontamos, também, o caminho do futuro - de que não podemos desistir - para uma economia mais forte e competitiva: prosseguir o movimento de modernização da economia e do Estado, reforçar as qualificações, continuar a reduzir a dependência energética, valorizar as exportações. A mobilização de vontades e energias nacionais em torno de um Pacto para a Internacionalização das Pequenas e Médias Empresas e de um Pacto para o Emprego estruturam as nossas propostas de ambição renovada para a economia portuguesa. Paralelamente, propomos novas medidas concretas para prosseguir o reforço das políticas sociais e a qualificação dos serviços públicos, de modo a ir mais longe no combate à pobreza e às desigualdades, proporcionando mais oportunidades para todos.
Ter ou não ter programa: uma questão de responsabilidade política
A pouco mais de um mês das eleições legislativas, o contraste não poderia ser maior. O PS, como lhe compete, apresenta os resultados de quatro anos de reformas que, apesar de todas as dificuldades, permitiram pôr as contas públicas em ordem, retirar a segurança social da situação de alto risco, modernizar e simplificar a administração pública, generalizar o acesso às novas tecnologias de informação, levar a economia portuguesa a uma balança tecnológica positiva, colocar Portugal na dianteira nas energias renováveis, reduzir o abandono e o insucesso escolar, desenvolver o ensino profissional, melhorar os cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde e concretizar toda uma nova geração de políticas sociais, que reduziu a pobreza e as desigualdades, aumentou o salário mínimo e reforçou em muito o apoio às famílias. Mas, ao mesmo tempo que apresenta resultados, o PS mostra, uma vez mais, iniciativa e determinação, apresentando um programa de novas propostas para responder à crise internacional e preparar o futuro do País.
Enquanto isso, a única coisa que vemos do lado da Oposição é a insistência na velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o PS e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o País. Quanto ao futuro, nada parecem ter para dizer aos portugueses.
E é preciso notar que se o PS apresenta um programa, a direita esconde o seu. De facto, enquanto o PS lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança social, que garante as pensões e as reformas dos portugueses.
Mas a direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas. Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação. Falam, por vezes, como se tudo estivesse esquecido. Não: nós sabemos o que a direita fez no Governo passado.
1ª escolha: atitude
Nas próximas eleições legislativas, de 27 de Setembro, os portugueses serão chamados a fazer uma escolha política decisiva. E, do meu ponto de vista, essa escolha envolve três opções fundamentais, que gostaria aqui de explicitar de forma a clarificar o que, no essencial, está em jogo.
Em primeiro lugar, trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação. Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.
Pois eu acho que esta atitude paralisante, herdeira de um certo espírito do salazarismo, faz mal ao País e não nos deixa andar para a frente. Pelo contrário, acho que o primeiro dever de quem governa é ter uma visão do futuro do País e a determinação de impulsionar as reformas modernizadoras que são necessárias para servir o interesse geral. Este é o seu dever: mobilizar as energias da sociedade e puxar pela confiança. Confiança, nunca desistir da confiança.
E atenção: esta não é uma questão menor. Naturalmente, a superação dos desafios há-de resultar, sobretudo, do dinamismo da sociedade e da iniciativa dos seus agentes económicos. Mas num momento como este, de dificuldades e tarefas tão exigentes, a atitude de quem governa pode ajudar a fazer a diferença entre o fracasso e o sucesso.
É por isso que digo aos portugueses que há aqui uma opção importante a fazer. E digo mais: a atitude de pessimismo, de resignação e de paralisia que marca o discurso da direita não serve os interesses do País. O que os tempos exigem é uma outra atitude na governação: uma atitude de confiança, de determinação e de iniciativa para vencer as dificuldades do presente, prosseguir o movimento de modernização e preparar o futuro País.
Em segundo lugar, há uma escolha política a fazer sobre o investimento público. A questão é esta: num contexto de crise económica global e de consequente quebra das exportações, de falta de confiança e adiamento de projectos por parte dos investidores privados, de dificuldades no acesso ao crédito, de menor procura pelos consumidores, que factor pode contribuir para relançar a economia, salvar muitas empresas e promover o emprego? Desde a célebre Grande Depressão, que se seguiu à crise de 1929, todos os economistas que resistem à cegueira ideológica sabem a resposta: o investimento público. Por isso, a generalidade dos países europeus e das economias desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos da América de Obama, decidiram enfrentar a crise lançando programas de reforço do investimento público. Foi o que fizemos aqui também, com investimentos selectivos e destinados a impulsionar a modernização do País, de num modo geral antecipando apenas o calendário de projectos já anteriormente decididos e privilegiando os investimentos de mais rápida execução: modernização das escolas, equipamentos sociais e de saúde, energia, redes de nova geração.
A nossa direita, pelo contrário, ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o Estado não deve fazer tanto para ajudar a economia a vencer a crise e para salvaguardar o emprego. A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no investimento público. Mas esta é também uma proposta errada. É preciso dize-lo de forma clara: cortar no investimento público modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da economia, atiraria muito mais empresas para a falência e bloquearia a recuperação do emprego.
E mais: Portugal não pode estar constantemente a regressar à estaca zero na discussão dos seus projectos de investimento. Não pode estar cinquenta anos para decidir uma barragem, quarenta anos para decidir um aeroporto e vinte anos para decidir se fica dentro ou fora da rede europeia de alta velocidade, que está já hoje a revolucionar a mobilidade por toda a Europa e na nossa vizinha Espanha. Houve um tempo para decidir, este é o tempo de fazer. A proposta do PS é, por isso, continuar a apostar no investimento público como instrumento fundamental de combate à crise mas também de modernização do
País.
3ª escolha: Estado social
Em terceiro lugar, há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas sociais – e também aí as opções são claras, separando nitidamente a direita e o PS. A direita insiste no recuo do Estado Social, para a condição de Estado mínimo ou, como dizem agora, Estado “imprescindível”. Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas sociais quando estavam no Governo. Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança social, fim da tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde e pagamento dos próprios serviços de saúde pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania. A proposta do PS, por seu turno, é bem diferente: reforço das políticas sociais, qualificação e modernização dos serviços públicos, investimento no combate à pobreza e na redução das desigualdades. E os portugueses sabem que esta proposta do PS dá seguimento aquela que foi a sua prática no Governo: criámos o complemento solidário que já beneficia mais de 200 mil idosos, criámos a rede de cuidados continuados, reforçámos o investimento nos equipamentos sociais, criámos o abono pré-natal, aumentámos o abono de família, alargámos a acção social escolar, aumentámos o salário mínimo.
Para a próxima legislatura, propomo-nos reforçar ainda mais as políticas sociais, de modo a enfrentar os novos desafios do Estado Social.
Primeiro, o apoio à natalidade, à infância e à família: somaremos às medidas em curso a nova Conta Poupança Futuro, em que o Estado deposita 200 Euros, por ocasião do nascimento de qualquer criança, e concede benefícios fiscais para incentivar a poupança, sendo que o saldo poderá depois ser utilizado pelo jovem para financiar os seus estudos ou projectos profissionais.
Segundo, o combate à pobreza e às desigualdades: criaremos um novo mecanismo de ajuda ao rendimento das famílias trabalhadoras com filhos a cargo e das pessoas com deficiência, em termos semelhantes ao Complemento Solidário para Idosos, de forma a garantir um rendimento acima do limiar da pobreza.
Terceiro, o apoio à qualificação e inserção profissional dos jovens: apoiaremos a escolaridade até ao 12º ano através da nova bolsa de estudos para estudantes do ensino secundário e criaremos novos programas INOV, incluindo o INOV-Social, bem como um programa especial de cinco mil estágios na administração pública. Quarto, a qualificação do Serviço Nacional de Saúde: anteciparemos para 2013 as metas de expansão da rede de cuidados continuados para idosos e dependentes previstas para 2016 e alargaremos a todo o território nacional a experiência de sucesso das Unidades de Saúde Familiar, de modo a prosseguir o objectivo de garantir a todos os portugueses o acesso a médico de família.
Eis apenas algumas propostas concretas do nosso programa de reforço das políticas sociais, que é fundamental para fazer face a necessidades reais do País. É este caminho, de reforço do Estado Social, que devemos seguir. E é este caminho que também se decide nas próximas eleições legislativas. Porventura é mesmo essa a questão decisiva destas eleições: rasgar as politicas sociais, ou reforço do Estado social. Uma vez mais: ou o PS ou a direita
Confiança no futuro
E que não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder. Mas nesta escolha decisiva que está diante dos portugueses, o PS está, creio, do lado certo, que é também o lado da acção e do futuro: propõe uma atitude de iniciativa, preconiza o investimento público para a modernização do País e defende o Estado Social para reduzir as desigualdades e promover oportunidades para todos.
Neste momento de crise mundial, os Portugueses precisam de um Governo competente, com um rumo claro, uma agenda conhecida e condições de coerência e estabilidade.
Os portugueses sabem que sempre puderam contar com o PS nos momentos difíceis. Nós não somos daquela esquerda que se limita a protestar, dispensando-se da maçada de contribuir para a solução de qualquer problema. Estamos bem conscientes de que a nossa responsabilidade é realizar as políticas públicas necessárias para responder aos problemas e às necessidades das pessoas. E é isso que queremos continuar a fazer, com toda a energia e com toda a determinação, com base num novo compromisso. Com confiança nos portugueses e com confiança no futuro.
quinta-feira
A Pen(h)a do Tejo - A triste entrada norte no Alentejo
Onde o Alentejo dá lugar à Beira Baixa, centenas de viaturas percorrem os quilómetros do IP2 à procura de um destino. Do outro lado da via, as águas da Barragem do Fratel, uma das gargantas do Rio Tejo, assumem uma calmaria e serenidade que confrontam o movimento agitado da estrada. As colinas verdejantes e as aves que voam no ar lá ao longe pintam o quadro da paisagem. O sol e o céu azul chamam por descanso e sossego.
Naquele ano, o empreendimento teve um financiamento de cerca de 250 mil contos e foi apoiado pelo Segundo Quadro Comunitário de Apoio (FEDER), através da Acção Integrada do Norte Alentejano (AINA). 10 era o número total de funcionários que possuía.
De acordo com o antigo presidente da Câmara Municipal de Nisa, depois da primeira infra-estrutura estar inaugurada, avançou-se imediatamente com uma segunda fase, terminada em 2001 e apetrechada com a área de alojamento e uma piscina, para dar resposta a “muitas procuras”. Contudo, a segunda fase da obra nunca entrou em funcionamento. O total do empreendimento contava com cerca de 50 quartos.
Ainda na segunda fase do projecto estava prevista a implementação de equipamentos relacionados com actividades desportivas e náuticas, elo de ligação entre a Albergaria e a Barragem da Penha do Tejo.
Preparar o Futuro, Mais Equipamento, Mais Tecnologia, Mais Competitividade

quarta-feira
segunda-feira
PARA QUE TODOS SAIBAM COM O QUE CONTAM (2)

sábado
Um PS orgulhoso do seu trabalho e da aceitação da comunidade
Alpalhão - João Moisés, aposentado, 64 anos;
quarta-feira
Entregue um milhão de computadores

José Sócrates sublinhou que sem a intervenção do Estado e sem a concertação com os operadores de telecomunicações teria sido impossível distribuir computadores a um milhão de portugueses em dois anos. «Este programa significou que em muitas casas o computador entrou dez anos antes do que entraria se o Estado não se tivesse envolvido», sublinhou.
«Muitas vezes entregaram-se mais de 40 mil computadores por semana. Ao longo destes últimos dois anos, em media, foram distribuídos cerca de dois mil computadores por dia. Ao contrário de outros programas, este teve sucesso porque o Estado se envolveu nesta ambição com os operadores. Houve uma concertação estratégica», referiu o Chefe do Governo.
O PM afirmou ainda: «dois anos depois, temos o orgulho de dizer que Portugal é o primeiro país do mundo onde todas as crianças que frequentam o primeiro ciclo do Ensino Básico têm acesso ao computador». Este acesso é «um factor de igualdade de oportunidades»: «se todos tiverem acesso às tecnologias de informação, significa que estamos a modernizar o País sem deixar ninguém para trás», acrescentou.
PSD é mais despesista que PS, diz estudo

Há nove anos Cavaco Silva referia-se às despesas do Estado como o «monstro incontrolável» que não pára de crescer.
Um estudo hoje publicado no jornal i da autoria de um professor da Universidade de Columbia tenta saber quem foram os mais gastadores.
O Estado português consome hoje mais do dobro do que consumia há 23 anos e pelas contas do professor Ricardo Reis foram os governos de Durão Barroso e de Santana Lopes os mais despesistas.
Leiam os meus lábios não vou subir os impostos. A História demonstra que a promessa é sempre levada pelo vento. Este ensaio prova isso: sempre que sobe a despesa pública, o governo, qualquer um, compensa com aumento da carga fiscal.
O ensaio de Ricardo Reis, que o jornal i destaca na edição desta manhã, também desmistifica preconceitos.
Doutorado em Economia pela Universidade de Harvard, Ricardo Reis fez a média do consumo do Estado dos últimos 24 anos.
Durão Barroso e Santana Lopes foram os mais despesistas. Pode argumentar-se que assim foi devido aos compromissos de Guterres, mas o aumento acontece sobretudo no final de mandato com Bagão Félix na pasta das Finanças.
Ricardo Reis, professor em Macroeconomia na Universidade nova-iorquina de Columbia ressalva que não se devem tirar conclusões demasiado fortes, mas as médias dão pistas e dão que pensar.
Resumindo em frases soltas estando o PSD à direita devíamos esperar uma menor intervenção do Estado e uma menor despesa, o que surpreende nos números é que o contributo do PSD para o monstro da despesa pública é quase o dobro do do PS.
Na análise dos últimos governos, desde a maioria absoluta de Cavaco, se for colocado de lado o esforço para combater a crise no primeiro trimestre deste ano, são os ministros socialistas Campos e Cunha e Teixeira dos Santos os únicos a conseguir reduzir o tamanho do monstro.
Outros dados do estudo: as maiorias absolutas gastam menos do que os governos minoritários. A explicação possível é de que os minoritários cedem a mais interesses e têm menos poder para com a Administração Pública.
António Pinto Rodrigues - TSF (28/07/2009)
segunda-feira
PARA QUE TODOS SAIBAM COM O QUE CONTAM (1)

sexta-feira
quinta-feira
Parque de Feiras da Zona de Actividades??? Onde está?

De 31 de Julho a 4 de Agosto vai decorrer a NISARTES – Feira Internacional de Artes Tradicionais – NISA´2009
A NISARTES realiza-se no Parque de Feiras da Zona de Actividades Económicas de Nisa, numa área de 21 000 m2, 9000 dos quais em zona coberta. A feira integra uma área com cerca de 200 stands de exposição venda e artesanato e de produtos agro alimentares tradicionais (queijo, mel, bolos, doçaria…)
Na área de gastronomia existirão tasquinhas e restaurantes que servirão pratos da gastronomia tradicional de várias regiões e bebidas e petiscos variados.
Ao longo dos cinco dias da NISARTES decorrerá um programa de animação musical com um apelativo cartaz que integra artistas de grupos de primeira linha no panorama Nacional e de projecção Internacional…
Na NISARTES actuarão igualmente agrupamentos musicais, folclóricos e etnográficos do concelho de Nisa.
O artesanato constitui a atracção central da Feira. Os artesãos de Nisa participam com as suas múltiplas expressões – Olaria Pedrada, Bordados, Aplicações em Feltro, Alinhavados, Rendas de Bilros, Trabalhos em Madeira e Cortiça. O artesanato de Nisa é reconhecido pelas suas características únicas, pela sua beleza e genuinidade, está representado nas colecções do Museu do Traje. Do Museu de Arte Popular, do Museu Nacional de Etnografia e outros.
A gastronomia tradicional de Nisa e da região é outra das atracções da Feira. Existirão “tasquinhas” da responsabilidade de colectividades locais e restaurantes da região que apresentarão ementas com pratos tradicionais, petiscos, doces, o indispensável queijo de Nisa e vinhos da região. O sabores da tradição serão proporcionados por pitéus com base nas carnes de porco e borrego e no peixe dos rios Tejo e Sever.
Para as cinco noites da feira existe um programa de animação. Em vários palcos decorrerão espectáculos musicais diversificados, que abrangem a música popular, o rock, o folclore, o fado, a música tradicional. Está desde já confirmada a realização de concertos e espectáculos com alguns dos mais significativos artistas e grupos, designadamente: João Pedro Pais, Alcoolémia, Ana Moura, Neguinho da Beija Flor, Orishas, Rita Redshoes, José Cid, Makongo, Patrice, e Diapasão. No final dos espectáculos a animação continua pela madrugada dentro com animação a cargo de consagrados DJs.
In http://www.radioportalegre.pt/
Parque de Feiras da Zona de Actividades??? Onde está? Será que a actual presidente da Câmara Municipal de Nisa pensa que o Povo anda todo amnésico? Pensa que as pessoas já se esqueceram que esse pseudo Parque de Feiras foi prometido pela própria o ano passado, em cima do palco, quando fazia mais um show-off dos habituais (os assobios foram de alegria)?
Este "Parque de Feiras" mais não é do que parte do terreno do Sport Nisa e Benfica em terra batida (tal como o piso do próprio campo de futebol), "emprestado" à Câmara Municipal por protocolo.
terça-feira
Qualidade de vida nos concelhos portugueses
Cinfães é o concelho com pior qualidade de vida em Portugal Continental. É a conclusão de um estudo do Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social da Universidade da Beira Interior.Segundo Pires Manso, professor catedrático da UBI e coordenador do trabalho no Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social da UBI, "de uma forma geral não há grandes mudanças e o índice continua a mostrar um país a duas velocidades".
"Não consigo encontrar explicação. Nós trabalhamos com os dados do INE. Pode às vezes ter havido o preenchimento de inquéritos com menos seriedade", refere.
domingo
Análise sobre a Assembleia Municipal Extraordinária de 17 de Julho de 2009
quinta-feira
terça-feira
Cartazes

quinta-feira
Assembleia Municipal Extraordinária de 17 de Julho de 2009
Ponto Nº 1 - Funcionamento do novo Complexo Termal da Fadagosa de Nisa – Minuta do Contrato de Gestão, a celebrar entre o Município de Nisa e a “Ternisa, E.M.”
Ponto Nº 2 - Projecto de revisão dos Estatutos da “Ternisa, E.M.”
quarta-feira
Portugal em 20.º lugar na recepção de turistas ... Alguém os viu?




