segunda-feira

PS GANHOU NO CONCELHO DE NISA - LEGISLATIVAS 2009

UM GRANDE OBRIGADO A TODOS OS NISENSES!


Resultados no Concelho de Nisa:

PS – 38,3%
PSD – 25,1%
CDU – 12,0%
BE – 9,4%
CDS-PP – 7,9%



Resultados Distritais (Portalegre):

PS – 38,3% (1 deputado)
PSD – 23,9% (1 deputado)
CDU – 12,9%
BE – 10,8%
CDS-PP – 8,0%


Resultados Nacionais:

PS – 36,6% (96 deputados)
PSD – 29,1% (78 deputados)
CDS-PP – 10,5% (21 deputados)
BE – 9,9% (16 deputados)
CDU – 7,9% (15 deputados)

quinta-feira

Assembleia Municipal Ordinária de 25 de Setembro de 2009 (ÚLTIMA DO MANDATO 2005-2009)

Com início às 14H00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Nisa, e com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS:

1. Período de antes da ordem do dia
. Assuntos para conhecimento
. Informações dos Eleitos
2. Informação sobre a actividade municipal e situação financeira
(alínea e) do nº 1 do Artº 53º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro)
3. Acta Nº 4/2009, da Sessão Ordinária de Junho/2009 (26/06/2009)
4. Acta Nº 5/2009, da Sessão Extraordinária de 17 de Julho de 2009
5. IMI-Imposto Municipal sobre Imóveis, para o Ano de 2009 – Fixação das taxas
6. Lançamento de derrama sobre o IRC do Ano de 2009 – Fixação da taxa
7. Participação variável no IRS do Ano de 2010 – Fixação da taxa
8. Lei das Comunicações Electrónicas – Fixação da Taxa Municipal de Direitos de Passagem
9. 3ª Revisão às Grandes Opções do Plano do Município de Nisa do Ano de 2009
10. 3ª Revisão ao Orçamento da Receita e Despesa do Município de Nisa do Ano de 2009
11. Adesão do Município de Nisa à Associação para o Desenvolvimento de Portalegre
12. Intervenção de munícipes

quarta-feira

COMÍCIO DO PARTIDO SOCIALISTA EM PORTALEGRE


COMÍCIO DO PARTIDO SOCIALISTA

Com a presença do Secretário-Geral do PS, José Sócrates,

Domingo, dia 13 de Setembro às 15h30,
na Praça da República em Portalegre

INSCREVA-SE

terça-feira

Lista à Assembleia de Freguesia de Tolosa - Autárquicas 09


CANDIDATOS EFECTIVOS

1 - AMÉRICO JOSÉ BARRENTO DA COSTA, 46 anos, COMERCIANTE;

2 - JOSÉ MANUEL MATIAS SALGUEIRO, 41 anos, COMERCIANTE;

3 - ALEXANDRA DE JESUS PEDRO, 25 anos, ESTUDANTE;

4 - PAULO JORGE MARQUES PAULINO, 30 anos, OPERADOR DE MÁQUINAS;

5 - JOSÉ CRESPO CONSTÂNCIO, 55 anos, MECÂNICO;

6 - ELISABETE VENCES CALADO, 25 anos, ESTUDANTE;

7 - PAULO JOSÉ DA LUZ DUARTE, 37 anos, ELECTRICISTA;


CANDIDATOS SUPLENTES


8 - JOAQUIM ANTÓNIO METELO CALADO, 21 anos, ESTUDANTE;

9 - MARTA SOFIA FARINHA DA SILVA RODRIGUES SEVERINO, 31 anos, FUNCIONÁRIA DOS CTT;

10 - JOSÉ PEDRO DE ALMEIDA POLIDO, 55 anos, VIGILANTE DA NATUREZA PRINCIPAL;

11 - ANA ISABEL FAZENDO CRESPO, 27 anos, EMPREGADA DE BALCÃO;

12 - JOÃO MARIA FEIJÃO, 72 anos, APOSENTADO;

13 - CARLOS DO ROSÁRIO MONTEIRO EVARISTO, 54 anos, COMERCIANTE;

14 - SARA MARIA RIBEIRO PAULO FORTUNATO, 35 anos, AUXILIAR DE ACÇÃO EDUCATIVA;

15 - ANTÓNIO FELÍCIO PIRES, 68 anos, REFORMADO;

16 - JORGE COELHO EVARISTO, 58 anos, MOTORISTA;

17 - FERNANDO MONTEIRO DA ROSA PIRES, 53 anos, CARPINTEIRO;

18 - SUSANA MARIA FLORINDO PAULINO COELHO, 35 anos, AUXILIAR DE LAR;

19 - FERNANDA MARIA FREIRE DE JESUS VENCES, 55 anos, ENCARREGADA DE LAR;

20 - MARTA SOFIA DA ROSA VINAGRE, 21 anos, ESTUDANTE.

Alberto João Jardim disse aos jornalistas "fuck them"


Jardim insulta os “medíocres” que se preocupam por Ferreira Leite ter usado carro do Estado em campanha

Alberto João Jardim insultou hoje “os medíocres que se preocupam” com o facto de Manuel Ferreira Leite ter usado um carro do Governo Regional da Madeira, pertença do Estado, na visita que realizou à madeira no âmbito da sua campanha eleitoral para as eleições legislativas.

Questionado sobre o assunto, o presidente do Governo Regional começou por afirmar: “Só os medíocres é que estão preocupados com essa história.” Depois, face à insistência dos jornalistas acrescentou: “Fuck them’ [eles que se fodam]."

Manuela Ferreira leite usou um carro do Governo Regional na deslocação que fez do centro do Funchal para a Quinta da Vigia, sede do executivo regional, dali para um almoço de campanha com candidatos e dirigentes sociais-democratas madeirenses e, segundo a Lusa, também na viagem do Funchal para o aeroporto. Já durante viagem ao concelho da Ribeira Brava, para assistir à cerimónia de homenagem ao mais antigo autarca do país, António Ramos, Ferreira Leite deslocou-se numa viatura particular.

Lista à Assembleia de Freguesia de São Simão - Autárquicas 09


CANDIDATOS EFECTIVOS

1 - ANTÓNIO DE ALMEIDA PEREIRA, 63 anos, APOSENTADO;

2 - PAULA MARIA PIRES CARRILHO, 36 anos, TÉCNICA DE VENDAS;

3 - FRANCISCO DE ALMEIDA PELEJA, 72 anos, APOSENTADO;


4 - FRANCISCO CARRILHO DE ALMEIDA, 74 anos, COMERCIANTE;

5 - JOSÉ DE ALMEIDA LOPES, 75 anos, APOSENTADO;

6 - NAZARÉ GORDO PIRES TOCO, 71 anos, APOSENTADA;

7 - ROSÁRIA MIGUÉNS DE ALMEIDA PELEJA, 65 anos, APOSENTADA;


CANDIDATOS SUPLENTES


8 - MANUEL DE ALMEIDA PEREIRA, 69 anos, APOSENTADO;

9 - FRANCISCO DA GRAÇA GORDO, 81 anos, APOSENTADO (ENFERMEIRO);

10 - PAULO ALEXANDRE RODRIGUES LOPES, 24 anos, OPERADOR DE CALL CENTER.

segunda-feira

Mandatário Distrital de Portalegre do PS às Legislativas 2009


Comendador Manuel Rui Azinhais Nabeiro (Campo Maior, 28 de Março de 1931) é um empresário português.

Nascido em Campo Maior no seio de famílias humildes, Rui Nabeiro começou aos 13 anos a trabalhar com o pai e os tios na torra do café. Em 1961 fundou a Delta Cafés, hoje empresa líder em Portugal no sector dos cafés. Em 2006 recebeu a Ordem do Infante D. Henrique.


Actualmente, é o Presidente da Comissão Política Concelhia do PS de Campo Maior.

Lista à Assembleia de Freguesia de São Matias - Autárquicas 09


CANDIDATOS EFECTIVOS

1 - NUNO JOÃO DELGADO LOURO SEMEDO, 33 anos, DESENHADOR;

2 – MANUEL MIGUÉNS REIS, 71 anos, APOSENTADO;

3 - FRANCISCO ANTÓNIO MARTINHO MOURA, 35 anos, MOTOSSERRISTA;


4 – JOAQUIM NUNES PEREIRA, 77 anos, APOSENTADO;

5 - CARLOS DA CRUZ MANSO, 68 anos, APOSENTADO;

6 – JOAQUIM MARQUES PIÇARRA, 71 anos, APOSENTADO;

7 - JOÃO SEMEDO PIRES, 70 anos, APOSENTADO;


CANDIDATOS SUPLENTES


8 – ANTÓNIO MARQUES DO ROSÁRIO MIGUÉNS, 44 anos, AGRICULTOR;

9 – JOÃO MARTINS TOCO, 70 anos, APOSENTADO;

10 – SÉRGIO DA ROSA CARVALHO, 68 anos, SERRALHEIRO MECÂNICO;

11 - JOÃO DA GRAÇA LOURO, 71 anos, APOSENTADO;

12 – MARCO PAULO RIBEIRO ALEXANDRE, 30 anos, MOTOSSERRISTA;

13 – JOÃO PESTANA TOMÁS, 77 anos, REFORMADO.

sexta-feira

Artigo de opinião: "Tempo de autocrítica"


É impossível não ver no programa eleitoral do PSD, ontem apresentado, e no anúncio pela Dra. Ferreira Leite, de políticas de firme combate a medidas da Dra. Ferreira Leite, a mão maoista (ou o que resta dela) de Pacheco Pereira, a da autocrítica.

Assim, se chegar ao Governo, a Dra. Ferreira Leite extinguirá o pagamento especial por conta que a Dra. Ferreira Leite criou em 2001; a primeira-ministra Dra. Ferreira Leite alterará o regime do IVA, que a ministra das Finanças Dra. Ferreira Leite, em 2002, aumentou de 17 para 19%; promoverá a motivação e valorização dos funcionários públicos cujos salários a Dra. Ferreira Leite congelou em 2003; consolidará efectiva, e não apenas aparentemente, o défice que a Dra. Ferreira Leite maquilhou com receitas extraordinárias em 2002, 2003 e 2004; e levará a paz às escolas, onde o desagrado dos alunos com a Ministra da Educação Dra. Ferreira Leite chegou, em 1994, ao ponto de lhe exibirem os traseiros.

No dia anterior, o delfim Paulo Rangel já tinha preparado os portugueses para o que aí vinha: "A política é autónoma da ética e a ética é autónoma da política".

Manuel Antonio Pina

quinta-feira

Lista à Assembleia de Freguesia de Santana - Autárquicas 09


CANDIDATOS EFECTIVOS

1 - FRANCISCO BOLETO SÃO PEDRO, 69 anos, APOSENTADO;

2 - JOAQUIM DA ASSUNÇÃO CORREIA, 60 anos, APOSENTADO;

3 - JOAQUIM LOPES PIRES, 66 anos, APOSENTADO;



4 - MÁRCIA CRISTINA PINTO MENDES, 25 anos, ASSISTENTE MÉDICA;

5 - ROSA MARIA DA GRAÇA PIRES, 35 anos, EDUCADORA SOCIAL;

6 – MARIA DO CARMO RAMALHETE DA GRAÇA MARGARIDO, 48 anos, ENCARREGADA GERAL;

7 - FERNANDO MANUEL MAIA JORGE, 38 anos, SILVICULTOR;


CANDIDATOS SUPLENTES


8 – FERNANDO MANUEL DA ROSA, 43 anos, POLICIA FLORESTAL;

9 - TELMA SOFIA RAMALHETE TOMÁS, 28 anos, ESTUDANTE;

10 - RICARDO MIGUEL MENDES DA ROSA, 31 anos, EMPREITEIRO;

11 - LUIS FILIPE RODRIGUES SÃO PEDRO, 30 anos, OPERÁRIO ESPECIALIZADO;

12 – CARLA MARIA RAMALHETE SÃO PEDRO, 36 anos , AUXILIAR DE APOIO À GESTÃO;

13 - FERNANDO ROSA DA GRAÇA, 65 anos, COMERCIANTE;

14 – MARCO RODRIGUES SÃO PEDRO, 22 anos, OPERÁRIO ESPECIALIZADO;

15 – JOSÉ PIRES MARQUES, 71 anos, APOSENTADO;

16 – MANUEL DA GRAÇA CARRILHO DA ROSA, 65 anos, APOSENTADO;

17 - JOSÉ EMILIO PIRES, 74 anos, APOSENTADO;

18 – AIRES PINTO SÃO PEDRO, 44 anos, ECONOMISTA;

19 – LILIANA MARGARIDA VALENTE ROSA, 22 anos, EMPREGADA DE RESTAURAÇÃO;

20 - JOÃO DA GRAÇA TOCO, 75 anos, APOSENTADO;

21 – JOSÉ CORREIA, 62 anos, OPERADOR PRINCIPAL;

22 – JOSÉ JÚLIO RODRIGUES MENDES, 59 anos, APOSENTADO;

23 – JOAQUIM TAVARES NARCISO, 64 anos, APOSENTADO;

24 - PAULO ALEXANDRE RODRIGUES LOPES, 24 anos, OPERADOR DE CALL CENTER.

Autarcas do Alentejo e Extremadura espanhola criam comissão em defesa do TGV


ENCONTRO TRANSFRONTEIRIÇO
Elvas reúne municípios e associações empresariais

Alentejo e Estremadura espanhola defendem o investimento público


A Câmara Municipal de Elvas organizou uma reunião transfronteiriça com autarcas e entidades ligadas ao meio empresarial, para debate da questão dos investimentos públicos.

Estiveram presentes os 18 municípios portugueses e espanhóis seguintes: Alandroal, Arronches, Borba, Cáceres, Campo Maior, Crato, Elvas, Estremoz, Évora, Gavião, Lobón, Mérida, Olivença, Plasência, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz e Vila Viçosa.

O meio empresarial do Alentejo e Estremadura espanhola fez-se representar pela Associação Comercial de Portalegre, Associação Empresarial de Elvas, Confederação Empresarial da Estremadura, Confederação Empresarial de Badajoz, Delta Cafés, Entidade Regional de Turismo do Alentejo e NERPOR – Núcleo Empresarial da Região de Portalegre.

Desta reunião, saiu um documento assinado por todos os presentes, com o teor seguinte:

“Portugal e Espanha são dois países que se situam longe do centro da Europa.

A rede ferroviária é elo forte de ligação para pessoas e empresas. A decisão da construção da ligação Madrid-Badajoz/Elvas-Lisboa é reconhecida como fundamental para assegurar a aproximação plena dos dois países à Europa.

Após inúmeros estudos técnicos, os Governos de Portugal e Espanha assinaram o acordo que se traduz na linha de comboio AVE Madrid-Badajoz em Espanha e TGV Lisboa-Elvas em Portugal. Ambos os governos asseguraram junto da União Europeia financiamento para a sua construção.

Não fazer avançar a construção do TGV, significa reforçar a periferia da Península Ibérica, deixar cair a principal ligação Madrid – Lisboa e mais uma vez abandonar o Alentejo e a Extremadura.

Autarcas e Associações Empresariais do Alentejo e da Extremadura, reunidos em Elvas dia 1 de Setembro de 2009, exigem o cumprimento do acordado pelos governos de Portugal e Espanha no que respeita à ferrovia, assinado na Figueira da Foz pelos Primeiros-Ministros Durão Barroso e José Maria Aznar e reconfirmado pelos Primeiros-Ministros José Sócrates e José Luis Zapatero”.

Por outro lado, deste encontro, saiu igualmente o texto seguinte:

“1.- O futuro de Portugal e do Alentejo está fortemente ligado a um conjunto de investimentos públicos que permitam um desenvolvimento harmonioso do País, contribuindo para a coesão territorial e sejam geradores de oportunidades e modernidade.

2.- A concretização do projecto da rede ferroviária de Alta Velocidade Lisboa-Évora-Elvas/Badajoz e da nova linha de mercadorias Sines-Évora-Elvas/Badajoz são compromissos assumidos pelos dois estados vitais para nos retirar da periferia da Europa e gerar meios que permitam a Portugal e a Espanha, ao Alentejo e à Estremadura finalmente serem mais modernos e europeus.

3.- Para vencer o atraso estrutural de Portugal e do Alentejo, é vital avançarem projectos estruturantes como o Aeroporto, o novo Hospital Central de Évora, a ligação A23-A6, o pólo logístico Elvas/Badajoz, a nova escola da GNR em Portalegre e os novos estabelecimentos prisionais do Alto Alentejo. Parar estes investimentos significa manter o Alentejo fora das opções do Governo de Portugal e reforçar o abandono do interior em geral e do Alentejo em especial.

4.- Pelo exposto convidamos todos os partidos políticos a serem claros na manifestação da vontade de concretização desta obra pública estruturante para o futuro de Portugal e do Alentejo e desse modo ajudarem os portugueses em geral e os alentejanos em particular a realizarem as suas escolhas nos próximos actos eleitorais”.



Autarcas do Alentejo e Extremadura espanhola criam comissão em defesa do TGV

Vários autarcas do Alentejo e da Extremadura espanhola aprovaram hoje, em Elvas, um documento em defesa da continuidade do projecto ferroviário de alta velocidade, nomeadamente a ligação Lisboa-Madrid, e a criação de uma comissão de acompanhamento do TGV.

"Este documento será entregue a todas as forças políticas com o objectivo de as sensibilizar para a importância da alta velocidade", disse o presidente da Câmara Municipal de Elvas, José Rondão Almeida, no final de um encontro que juntou os autarcas dos dois lados da fronteira.

A reunião em Elvas, convocada pelo autarca local, abordou, entre outras matérias, o projecto do TGV, tendo contado com a presença de vários presidentes de câmara do Alentejo (dois deles eleitos pela CDU e os outros pelo PS) e cinco autarcas da Extremadura: Cáceres, Mérida, Plasencia, Olivença e Lobón, todos eleitos pelo PSOE.

Além dos autarcas, também associações empresariais dos dois lados da fronteira estiveram representadas no encontro.

Além de terem aprovado e assinado o documento em defesa da alta velocidade, os participantes na reunião acordaram criar uma Comissão de Acompanhamento do projecto, que será constituída por autarcas alentejanos e "alcaldes" espanhóis.

Esta comissão terá por missão defender e trabalhar em prol da concretização da linha de mercadorias Sines-Évora-Caia e da plataforma logística do Caia.

Em representação dos "alcaldes" socialistas da Extremadura, Angel Calle, presidente do município de Mérida, lembrou que existem "acordos internacionais assinados" entre Portugal e Espanha, em matéria de alta velocidade, e que "têm apoio de fundos europeus".
"Os acordos internacionais são para cumprir, sobretudo quando falamos do TGV que pressupõe uma união económica entre duas regiões até aqui deprimidas, como é o caso do Alentejo e da Extremadura", disse.
Angel Calle acrescentou que "será uma grande frustração para o povo espanhol se o TGV parar em Badajoz", sem que siga para Lisboa, relativamente à projectada linha entre a capital portuguesa e a espanhola, Madrid.
O autarca espanhol apelou à líder nacional do PSD, Manuela Ferreira Leite, "para que reconsidere a sua atitude, porque há alturas em que os interesses nacionais e internacionais devem ficar acima dos projectos partidários".

No sábado passado, em declarações à agência Lusa, o presidente do município de Elvas divulgou o agendamento da reunião e acusou o PSD por, no seu programa eleitoral para as eleições legislativas, colocar "em causa certos investimentos públicos, como a alta velocidade Lisboa-Madrid".

Do lado dos empresários alentejanos, Rui Nabeiro, presidente do Grupo Nabeiro/Delta Cafés, defendeu hoje que "construir a alta velocidade é construir o progresso".
"Enquanto empresário, exijo que as autoridades cumpram o prometido. Os governos têm a obrigação de dar ao Alentejo e à Extremadura o que merecem: desenvolvimento e prosperidade", argumentou.
O empresário Rui Nabeiro realçou ainda a importância da linha de mercadorias Sines-Évora-Caia, com ligação ao interior de Espanha, como forma de recepção e escoamento de produtos e matérias-primas da sua empresa.
"Falamos de eficácia e melhorias acentuadas com a alta velocidade para o sucesso empresarial", vincou.

Por seu turno, Alvaro Sancho, da confederação empresarial da Extremadura e de Badajoz, lembrou que, do lado espanhol, "a construção da ligação entre Madrid e Badajoz já está em fase avançada".
Ao mesmo tempo, o empresário defendeu que, a nível empresarial, "a ligação Lisboa-Madrid é uma infra-estrutura fundamental para o desenvolvimento económico dos dois países".

Em declarações à Lusa, o presidente da distrital de Portalegre do PSD, Cristóvão Crespo, acusou segunda-feira Rondão Almeida de "faltar à verdade" e argumentou que o programa eleitoral social-democrata "não diz que vai acabar com o TGV", mas apenas que "a situação económica do país não permite assumir esse compromisso".

quarta-feira

Lista à Assembleia de Freguesia de Nossa Senhora da Graça - Autárquicas 09


CANDIDATOS EFECTIVOS

1 - JOAQUIM DA GRAÇA ZACARIAS, 55 anos, PRÉ-REFORMADO (EDP);

2 - JOAQUIM MARTINS REBELO, 57 anos, COMERCIANTE;

3 - ROSA MARIA POLIDO PARALTA SAMARRA, 43 anos, FUNCIONÁRIA PÚBLICA (CÂMARA MUNICIPAL);


4 - SUSANA MARIA CHARRINHO MOURA, 35 anos, COSTUREIRA;

5 - JOÃO DOS SANTOS MENDES, 65 anos, APOSENTADO;

6 - MÁRIO RUI MARTINS GUERRA, 45 anos, DESENHADOR;

7 - NAZARÉ MARQUES RODRIGUES POLICARPO, 57 anos, ADMINISTRATIVA (ASSISTENTE TÉCNICA);

8 - NELSON DA GRAÇA ALFAIA GOMES, 35 anos, LICENCIADO EM CONTABILIDADE;

9 - MANUEL FERNANDO PEREIRA, 34 anos, DESEMPREGADO;


CANDIDATOS SUPLENTES


10 - JACINTO DA GRAÇA CURADO BEATO, 43 anos, SAPADOR FLORESTAL;

11 - JOAQUIM DA GRAÇA CARRASCO BIZARRO, 58 anos, PEDREIRO;

12 - MARIANA DOS REMÉDIOS MATA, 70 anos, APOSENTADA;

13 - ANTÓNIO MARIA MAIA ZACARIAS, 57 anos, DISTRIBUIDOR DE GÁS;

14 - FRANCISCO BATISTA DA SILVA CESÁRIO, 47 anos, MECÂNICO.

terça-feira

Governo mandata EP para lançar novas concessões para o Tejo Internacional e o Distrito de Portalegre

COMUNICAÇÃO

Governo mandata EP para lançar quatro novas concessões

No cumprimento do estabelecido no Contrato de Concessão celebrado entre o Estado Português e a EP-Estradas de Portugal, S.A em 23 de Novembro de 2007 (que estipula a necessidade de anualmente se identificarem os investimentos rodoviários mais necessários), o Governo identificou, através de um Despacho datado de 28 de Agosto, quatro novos empreendimentos rodoviários prioritários – Concessão Serra da Estrela, Concessão Vouga, Concessão Tejo Internacional e Concessão Ribatejo – que serão lançados pela EP – Estradas de Portugal, SA (EP), em regime de parceria público-privada, até ao final do primeiro semestre de 2010.

Estradas de proximidade, promoção da coesão territorial

Estas quatro concessões, que envolvem cerca de 800km de estradas para requalificar, conservar ou construir, são exclusivamente para impulsionar o desenvolvimento do interior, com o objectivo de aproximar os concelhos do interior dos principais eixos rodoviários, e do litoral. Com estas quatro concessões serão melhoradas as ligações de proximidade de mais de 30 sedes de concelho.
Refira-se a este respeito que em 2005, quando este governo tomou posse, a taxa de execução do Plano Rodoviário Nacional (PRN) por distrito apresentava grandes desequilíbrios entre os do litoral, onde a taxa de execução era superior à execução nacional (50%), e os do interior, onde o PRN apenas estava executado em cerca de 30%. Esta situação tem vindo a ser corrigida através de um conjunto de investimentos promovidos ao longo destes quatro anos e meio de governação, e a que estes novos empreendimentos darão continuidade.

Requalificação e Conservação de Estradas Nacionais

A maioria das vias destas quatro novas concessões (60%) será objecto de requalificação, tendo em vista a modernização da actual rede de estradas, melhorando os seus níveis de conservação e de comodidade de circulação e, consequentemente, o serviço público prestado. Apenas 40% são de nova construção.Refira-se ainda que 90% destas vias são estradas de proximidade, sem perfil de auto-estrada.

Redução da Sinistralidade

Os investimentos rodoviários concretizados ao longo dos quatro anos e meio de governação permitiram uma redução da sinistralidade rodoviária grave de 32%, o que levou a que em 2007 Portugal fosse distinguido pelo Conselho Europeu de Segurança nos Transportes com o prémio PIN de Segurança Rodoviária por ter sido o segundo País da União Europeia que mais reduziu o numero de vítimas mortais entre 2001 e 2007.
De modo a prosseguir este objectivo de redução da sinistralidade rodoviária, mais de 70% das estradas incluídas nestas quatro novas concessões serão construídas em oito dos distritos onde se registaram taxas de sinistralidade mais elevadas (dados 2004): Guarda, Santarém, Coimbra, Portalegre e Castelo Branco, nos quais, em 2004 se perderam cerca de 250 vidas.
Com estas quatro concessões estima-se que a taxa de sinistralidade grave se reduza entre 20 a 30% nas regiões envolvidas.

Concretização do Plano Rodoviário Nacional

O Plano Rodoviário Nacional (PRN) define a rede rodoviária nacional que desempenha funções de interesse nacional ou internacional, constituindo uma das metas definidas no Programa do actual Governo prosseguir a sua concretização, com selecção de prioridades balizadas por previsões de tráfego, de requisitos de segurança e de perspectivas de desenvolvimento.
Estas quatro concessões vão permitir concretizar o cumprimento do PRN aprovado pelo Decreto-Lei n.º 222/98, de 17 de Julho, alterado pela Lei n.º 98/99, de 26 de Julho, e pelo Decreto -Lei n.º 182/2003, de 10 de Agosto, dotando a rede rodoviária nacional de níveis de serviço adequados, promovendo a coesão territorial, o desenvolvimento económico e a redução da sinistralidade rodoviária.
A este propósito é de referir que em 2005, quando este governo tomou posse, a taxa de execução do PRN era de 50%, e que actualmente esse valor é de 62%, ou seja, verificou-se um crescimento de 12 pontos percentuais face à execução acumulada em 2005.
Com estas quatro novas concessões a taxa de execução do PRN sofre um incremento de mais 6%.
Este Despacho determina igualmente que a EP prepare e promova o lançamento dos respectivos Concursos Públicos Internacionais, que deverão ocorrer até ao final do primeiro semestre de 2010, dando continuidade ao trabalho iniciado por este Governo no Sector Rodoviário.

Itinerários das novas Concessões

A Concessão Tejo Internacional compreende os itinerários:

IC31, entre Castelo Branco (IP2/A23) e Monfortinho;

EN353, troço em serviço entre Idanha-a-Nova e o IC31.


A Concessão Ribatejo inclui:

IC3, entre Atalaia e Almeirim;

IC9, entre Abrantes e Ponte de Sôr;

A23, troço em serviço entre Torres Novas (IP1/A1) e Abrantes;

IC10, troço em serviço entre Santarém (IP1/A1) e Almeirim;

EN118, troço em serviço entre Chamusca e Gavião, incluindo a construção das Variantes ao Tramagal e ao Rossio ao Sul do Tejo.


Lista à Assembleia de Freguesia de Montalvão - Autárquicas 09

.
CANDIDATOS EFECTIVOS

1 - ANTÓNIO SEMEDO DA CRUZ BELO, 63 anos, APOSENTADO (GNR);

2 - MÁRIO CARRILHO PEREIRA LOURO, 70 anos, REFORMADO;

3 - ANTÓNIO JÚLIO PIRES DA CRUZ, 55 anos, APOSENTADO;


4 - JOÃO MANUEL DOS SANTOS HENRIQUES, 53 anos, SARGENTO AJUDANTE NA RESERVA;

5 - MARIA DE FÁTIMA BELO FIDALGO SEMEDO, 53 anos, ASSISTENTE TÉCNICA NO CENTRO DISTRITAL DE SEGURANÇA SOCIAL DE PORTALEGRE;

6 - JOAQUIM DA COSTA LEIRINHA, 63 anos, FIEL DE ARMAZÉM;

7 - JOÃO MANUEL GORDO DA GRAÇA, 62 anos, GUARDA-FLORESTAL AUXILIAR;


CANDIDATOS SUPLENTES


8 - IRENE DA SILVA BELO, 64 anos, REFORMADA;

9 - JOSÉ MARIA DOS SANTOS, 70 anos, APOSENTADO;

10 - CARLOS MANUEL RODRIGUES DOS SANTOS, 47 anos, DESEMPREGADO;

11 - ANTÓNIO FERNANDO DOS REMÉDIOS DOMINGOS, 62 anos, REFORMADO;

12 - ANTÓNIO CARRILHO RIBEIRO, 71 anos, REFORMADO;

13 - JOSÉ LEANDRO DOS SANTOS MIGUÉNS, 60 anos, APOSENTADO;

14 – JOAQUIM DE MATOS BELO, 59 anos, APOSENTADO;

15 – JÚLIO DIAS CORREIA, 69 anos, APOSENTADO;

16 – JOSÉ DE MATOS MARGARIDO, 61 anos, TAXISTA.

segunda-feira

Reconhecimento a um autarca socialista

Falecimento
30-06-1949 / 11-08-2009

Faleceu o Sr José Carlos Bento Amaro, ex-presidente da Junta de Freguesia do Ferro de 2001 a 2005 (concelho da Covilhã), tendo sido hoje sepultado em Nisa, sua terra natal.
A Assembleia e a Junta de Freguesia do Ferro, apresentam sentidas condolência à familia enlutada, e em sinal de luto, foi deliberado hastear a meia haste, durante um dia, as bandeiras no edifício sede da Junta de Freguesia.

domingo

Lista à Assembleia de Freguesia do Espírito Santo - Autárquicas 09


CANDIDATOS EFECTIVOS

1 – FERNANDO SERRALHA CARITA MARQUÊS, 44 anos, MOTORISTA (ACTUAL PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA);

2 – MARIA DO CARMO GALEGO MATOS AGOSTINHO TEMUDO RIBEIRINHO, 44 anos, FUNCIONÁRIA PÚBLICA (CÂMARA MUNICIPAL DE NISA);

3 - LUIS MIGUEL BIZARRO REBELO, 33 anos, FIEL DE ARMAZÉM;

4 – MARCO ANTÓNIO BARRETO LOURENÇO DE OLIVEIRA, 36 anos, ADJUNTO DO GAP DO GOVERNADOR CIVIL DO DISTRITO DE PORTALEGRE;

5 – JOANA ANDRÉ CHARRINHO DE MOURA TEMUDO, 20 anos, ESTUDANTE;

6 – JOÃO SERRALHA CASIMIRO, 68 anos, APOSENTADO;

7 – ALFREDO DA ROSA DA SILVA MARQUES, 56 anos, PRÉ-REFORMADO (EDP);

8 – MARGARIDA ISABEL BARRETO LOURENÇO DE OLIVEIRA, 32 anos, ESTUDANTE;

9 – VITOR MANUEL BATISTA ANSELMO, 36 anos, FUNCIONÁRIO FABRIL;


CANDIDATOS SUPLENTES


10 – JOSÉ MARIA CARITA RODRIGUES, 48 anos, TÉCNICO DE GÁS;

11 – ALEXANDRE JOSÉ PEREIRA BISCAIA, 35 anos, FUNCIONÁRIO FABRIL;

12 – MARIA DA CRUZ PARRACHO RIBEIRINHO GOMES REISINHO, 54 anos, APOSENTADA (PROFESSORA);

13 – ANA DA GRAÇA REISINHO DURO, 39 anos, EMPRESÁRIA;

14 – MANUEL DINIS REISINHO, 57 anos, PINTOR AUTO;

15 – LUÍS FILIPE HEITOR GRAVELHO, 34 anos, MOTORISTA;

16 – JOAQUINA BAGULHO PALHETA, 64 anos, APOSENTADA;

17 – JOSÉ MARIA CORREIA BARRETO, 77 anos, APOSENTADO.

sábado

O novo Jornal de Nisa vem esclarecer dúvidas atempadamente


No passado dia 22 de Agosto, realizou-se um convívio na Velada, freguesia de São Matias, que trouxe algumas dúvidas a alguns residentes na sede de concelho e na própria freguesia, que tiveram a sorte de saber da sua realização, até pela falta de divulgação do mesmo. É que, por aquilo que se constou de imediato de algumas vozes, o acontecimento não passaria de uma alternadíssima movimentação de campanha eleitoral da CDU, usando também a actual Junta de Freguesia de São Matias, gerida pela CDU, e que, dando seguimento ao que tem sido habitual, se lembrou agora, passados praticamente 8 anos da gestão da actual presidente da Câmara, que a Velada tem um centro (será a Central da Velada?).

Mas não. O novo Jornal de Nisa, já na sua contracapa, vem esclarecer que afinal foi um convívio "preparado pela comissão que há uns anos tinha organizado as festas na aldeia, donde ainda restava algum dinheiro" e que a concessão do bar "foi atribuída ao Centro Social de S. Matias".

Um grande bem-haja ao novo Jornal de Nisa pelo esclarecimento, para que não existam dúvidas sobre a realização do convívio, para além da meritória atribuição da concessão do bar ao Centro Social de S. Matias.

Um grande bem-haja também para toda a população da freguesia de São Matias e nomeadamente, neste caso, para a população da Velada e aldeias em redor, e votos de que os festejos que anteriomente se realizavam regressem, o que só poderá significar que existe uma inversão no despovoamento que se verifica na freguesia de São Matias e no concelho de Nisa.

Sublinhamos ainda a excelente fotorreportagem.

sexta-feira

Lista à Assembleia de Freguesia de Arez - Autárquicas 09


CANDIDATOS EFECTIVOS

1 - ARTUR DA ROSA DIAS, 48 anos, FUNCIONÁRIO PÚBLICO (ACTUAL PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA);

2 - ANTÓNIO ALBINO FAIA DE ANDRADE PIRES, 42 anos, AGRICULTOR;

3 - CARLOS MANUEL MENDES MANDEIRO ANTÓNIO, 31 anos, PEDREIRO;

4 - SUZI ALEXANDRA ARAÚJO SANTOS SIMÕES, 23 anos, CONTABILISTA;

5 - SÓNIA ALEXANDRA VIEIRA FARINHA, 28 anos, EMPREGADA DE BALCÃO;

6 - JOÃO ARMÉNIO FAIA DE ANDRADE PIRES, 32 anos, AGRICULTOR;

7 - JOSÉ LOPES DA CRUZ, 62 anos, AGRICULTOR;


CANDIDATOS SUPLENTES


8 - MARIA DA GRAÇA ESTEVES NAZARÉ LOPES DA CRUZ, 57 anos, DOMÉSTICA;

9 - JOAQUIM ANTÓNIO SUBTIL MENDES, 68 anos, REFORMADO;

10 - JOÃO JOSÉ DA GRAÇA BENTO, 48 anos, TORNEIRO;

11 - MANUEL RICARDO DA SILVA, 65 anos, REFORMADO;

12 - JOSÉ FRANCISCO AMARO DA LUZ, 64 anos, REFORMADO;

13 - MARIA DEOLINDA RAMALHETE, 44 anos, FUNCIONÁRIA DE CENTRO DE DIA;

14 - JOSÉ RIBEIRO DE OLIVEIRA BARATA, 54 anos, MANOBRADOR;

15 - ANDREIA PATRICIA DA CONCEIÇÃO BARATA, 27 anos, ASSISTENTE OPERACIONAL;

16 - JOSÉ DO ROSÁRIO TOMÁS, 74 anos, REFORMADO;

17 - JOSÉ MENDES COSTA, 74 anos, REFORMADO;

18 - SÓNIA ISABEL SILVA SÊCO RIBEIRO, 28 anos, FUNCIONÁRIA DE CENTRO DE DIA;

19 - GILDA MARIA MIGUEL MANDEIRO SABOEIRO, 27 anos, FUNCIONÁRIA DE CENTRO DE DIA;

20 - ANTÓNIO PIRES PEREIRA, 73 anos, REFORMADO;

21 - MANUEL SILVÉRIO MENDES LOURENÇO, 59 anos, AGRICULTOR;

22 - PAULO ALEXANDRE DA SILVA ALMEIDA, 40 anos, ASSISTENTE OPERACIONAL;

23 - MARIA DO ROSÁRIO DE SENA AFONSO DIAS, 43 anos, FUNCIONÁRIA DE CENTRO DE DIA.

Escolaridade obrigatória até ao 12.º ano sob proposta de lei do Governo


O Presidente da República já promulgou o diploma que prevê o alargamento da escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, confirmou à Lusa fonte da Presidência da República.

A proposta de lei do Governo, que foi aprovada a 10 de Julho com os votos favoráveis do PS, PCP, BE e PEV e a abstenção do PSD e do CDS-PP, estabelece o regime da escolaridade obrigatória para as crianças e jovens em idade escolar e consagra a "universalidade da educação pré-escolar para as crianças a partir de cinco anos".

Na altura da discussão do diploma na especialidade, o PS concordou com a retirada do artigo da proposta referente à admissão ao trabalho de menores abrangidos pela escolaridade obrigatória, que tinha motivado críticas por parte da oposição, nomeadamente da deputada não inscrita Luísa Mesquita, que requereu a sua eliminação.
A oposição criticou ainda a celeridade do processo legislativo, acusando o PS e o Governo de tentar cumprir "à pressa" uma promessa eleitoral, sem que se saiba quando entra em vigor, já que remete para legislação complementar sem prazos definidos.
Na altura, o socialista João Bernardo reiterou que o Governo está a criar no terreno as condições necessárias à universalidade do pré-escolar com a construção de salas de aula para abranger 100 por cento das crianças até 2011.

quinta-feira

Lista à Assembleia de Freguesia de Amieira do Tejo - Autárquicas 09


CANDIDATOS EFECTIVOS


1 – FRANCISCO PEREIRA TRINDADE, 70 anos, APOSENTADO;

2 – JOSÉ AUGUSTO MARQUES, 63 anos, APOSENTADO;

3 – JOSÉ ANTÓNIO PAIXÃO NETO, 35 anos, PEDREIRO;


4 – MARIA DA ASSUNÇÃO MARCELINO LOURO VALÉRIO, 59 anos, EMPREGADA ADMINISTRATIVA;

5 – MANUEL ALMEIDA RICARDO, 67 anos, APOSENTADO DA MARINHA;

6 – MARIA DA CONCEIÇÃO DE MATOS AFONSO PEREIRA, 47 anos, EMPREGADA DE BALCÃO;

7 – LUCINDA MARIA MOTA MARTINS, 54 anos, DOMÉSTICA;


CANDIDATOS SUPLENTES


8 – JOSÉ AFONSO MOTA MARTINS, 35 anos, TÉCNICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL;

9 – NATÁLIA DA CONCEIÇÃO LOPES ALMEIDA RICARDO, 64 anos, DOMÉSTICA;
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10 – FRANCISCO DA SILVA PEREIRA, 56 anos, APOSENTADO;

11 – VASCO JORGE SEMEDO DA SILVA, 67 anos, APOSENTADO DA MARINHA.

quarta-feira

Gente do Concelho de Nisa que investe ... no exterior

António Luís Mourato Nunes Canatário, natural de Alpalhão, 1.º produtor de azeite com ouro do Mundo. No âmbito da Feira Nacional de Agricultura de Santarém 2009, brindou o actual Presidente da República com uma garrafa de azeite com pepitas de ouro. Pertence à Confraria Nacional do Azeite, e actualmente dedica-se à produção de azeite e vinho (diga-se de excelente qualidade) ... no Fundão.

terça-feira

Lista à Assembleia de Freguesia de Alpalhão - Autárquicas 09


CANDIDATOS EFECTIVOS


1 - JOÃO DUARTE MOISÉS, 64 anos, APOSENTADO;

2 - ANTÓNIO CORREIA ROVISCO, 68 anos, ESCRITURÁRIO;

3 - CRISTINA DE LURDES MENDES DURÃO CALDEIRA, 33 anos, PROFESSORA;

4 - ANTÓNIO JOSÉ PEDROSO, 50 anos, ENCARREGADO DE PEDREIRA;

5 - JOSÉ AUGUSTO SEQUEIRA FERREIRA, 47 anos, AGRICULTOR;

6 - UMBELINA MARIA CALDEIRA DURÃO, 34 anos, TÉCNICA SUPERIOR DE SERVIÇO SOCIAL;

7 - ANTÓNIO JOSÉ REMÍGIO MOURATO, 48 anos, CABOUQUEIRO;

8 - CLÁUDIA SOFIA DE JESUS ALFAIA, 31 anos, FUNCIONÁRIA DE POSTO DE ABASTECIMENTO;

9 - JOÃO JOSÉ CORREIA FREIRE, 63 anos, SERRALHEIRO CIVIL;


CANDIDATOS SUPLENTES


10 - CIDÁLIA MARIA PIRES DA SILVA, 33 anos, ADMINISTRATIVA;

11 - JOÃO PAULO DIAS DA SILVA, 35 anos, CALCETEIRO;

12 - RAMIRO DA COSTA VALENTE, 54 anos, APOSENTADO (MILITAR);

13 - ANTÓNIO LUIS POLICARPO REBOLA, 48 anos, PORTEIRO;

14 - FRANCISCO CARRILHO DA CONCEIÇÃO NICOLAU, 39 anos, EMPREGADO FABRIL;

15 - ANTÓNIO JOAQUIM CARVALHO LOURO, 46 anos, ENFERMEIRO;

16 - ANA PAULA DOS ANJOS CANATÁRIO, 37 anos, PROFISSIONAL DE SEGUROS;

17 - MANUEL JOAQUIM GRILO MERCÊS, 61 anos, TAXISTA.

Presidente do PS de Nisa em Forúm em Campo Maior


O presidente da Concelhia do PS de Nisa, Marco Oliveira, esteve na passada 5.ª feira, a convite, em Campo Maior, para participar num Forúm sobordinado ao tema Turismo, e que, para além do candidato à Câmara Municipal de Campo Maior pelo PS, Ricardo Pinheiro, contou com a presença de outras individualidades, como Juan Pedro Plaza, gerente do patronato provincial do turismo da Diputacion de Badajoz ou a candidata a Deputada da Assembleia da República, Maria Conceição Grilo.

Devido a um grande número de semelhanças entre os dois concelhos, o presidente da Concelhia deu como exemplo as dificuldades de ligação a Espanha e a dois polos centrais como Cáceres e Badajoz, a de Cedillo por limitação institucional e a do Retiro por necessidade de obras de beneficiação, ou a proximidade de grandes vias estruturantes, como é o caso da A23 ou da A6 e da ligação entre ambas que se avizinha, ou mesmo das potencialidades que as envolvem ou estão para envolver, como é o caso do Rio Tejo ou a concretização do TGV no Caia e criação da Plataforma Logística também junto a Elvas.

Embora Campo Maior registe só três freguesias, só a sede de concelho tem mais de 7.000 habitantes, o que é consequência naturalmente do dinamismo industrial.

Fez também questão de transmitir que, mais do que esperar o necessário investimento do Estado solicitado e o trabalho relevante dos representantes eleitos nos vários órgãos nacionais, as oportunidades que a União Europeia faculta deverão ser devidamente aproveitadas, até porque a dedicação e o explorar dos recursos naturais por si só existentes não é suficiente, e para o qual mentalidades que subsistem demasiadamente conservadoras não são adequadas, quanto mais demorarem muito tempo no poder que ocupam. O trabalho de cada um nos seus concelhos é por isso fulcral, e daí a necessária capacidade de fazer chegar junto dos centros de decisão as devidas preocupações e atitude, que move estas gentes raianas mas também do interior do país. Alguns espaços geográficos espanhóis começam agora a olhar para Portugal como parceiro fundamental, onde se começam a abrir portas à recuperação da cultura antes partilhada, o que só poderá representar um sinal de potencial progresso, mas não arreigado a mentes com visões muito curtas ou limitadas.

Relembrou ainda a concretização do 1.º Encontro entre Partidos Socialistas (PS e PSOE) de ambos os lados da fronteira, evento esse que será para manter com a devida regularidade, para que a partilha de ideias dê os devidos frutos ambicionados por todos.

sexta-feira

Desespero atinge proporção de Vandalismo em Santana




Depois de "bolentins encapuçados" na freguesia de Santana, de "cartas abertas" na tentativa de denegrir a imagem do actual presidente da Junta de Freguesia Francisco Boleto, já para não falar no torpedear de comentários ordinários, indecentes e desprovidos de qualquer sentido construtivo que têm avassalado este Blogue (e que naturalmente não serão publicados - relembramos que este Blogue é do Partido Socialista e não de um outro qualquer), chegou agora a altura de "alguém(ns)" transmitir a sua aversão inveterada e absoluta relativamente à mudança que naturalmente se aproxima para a gestão deste concelho.
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O Partido Socialista de Nisa vem esclarecer que se mantém atento, fazendo questão de "guardar" esta forma muito democrática de debater o poder autárquico, bem como de sublinhar que se mantém FIRME nos seus objectivos e na calendarização do que se propõe a apresentar a todos os cidadãos, na procura do desenvolvimento, do progresso e da melhor qualidade de vida que este concelho merece.
A Comissão Política Concelhia

quarta-feira

PS de Nisa entregou Listas completas às Autárquicas 2009


No passado dia 17 de Agosto, 2.ª feira, deram entrada na Secretaria do Tribunal da Comarca de Nisa as listas do Partido Socialista para a Câmara Municipal, a Assembleia Municipal e para todas as 10 freguesias que compõem o concelho de Nisa.


Mais adiantamos algumas informações dos Candidatos Municipais:

CÂMARA MUNICIPAL

1 - MARIA IDALINA ALVES TRINDADE, 45 anos, DEPUTADA DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

2 - FRANCISCO BATISTA DE SENA CARDOSO, 61 anos, ENGENHEIRO ELECTROTÉCNICO

3 - MARCO ANTÓNIO BARRETO LOURENÇO DE OLIVEIRA, 36 anos, ADJUNTO DO GAP DO GOVERNADOR CIVIL DO DISTRITO DE PORTALEGRE

4 - FERNANDA MARIA DOS ANJOS CANATÁRIO, 44 anos, PROFESSORA

5 - MANUEL JOAQUIM EVARISTO CALADO, 57 anos, PROFISSIONAL DE SEGUROS


Suplentes


6 – SANDRA CARLA GALEGO DE MATOS AGOSTINHO POLICARPO, 39 anos, ENFERMEIRA GRADUADA

7 – ANTÓNIO JOSÉ TREMOÇO CORREIA, 57 anos, REFORMADO / PROVEDOR DA SANTA CASA


ASSEMBLEIA MUNICIPAL

1 - JOÃO JOSÉ ESTEVES SANTANA, 57 anos, PROFESSOR CATEDRÁTICO

2 - JOSÉ MANUEL SEMEDO BASSO, 54 anos, MÉDICO

3 - GILBERTO MOURATO CANILHAS MANTEIGA, 34 anos, COORDENADOR DE OPERAÇÕES

4 - JOSÉ PEDRO DE ALMEIDA POLIDO, 55 anos, VIGILANTE DA NATUREZA PRINCIPAL

5 - JORGE MANUEL BARREIROS DA GRAÇA, 43 anos, PROFESSOR

6 - ADELINO JOSÉ POLIDO TEMUDO, 41 anos, BANCÁRIO

7 - JOÃO FRANCISCO LOPES, 73 anos, APOSENTADO

8 - JOAQUIM MARIA COSTA, 78 anos, APOSENTADO / PROVEDOR DA SANTA CASA

9 - MARIA FRANCISCA CORREIA DE FIGUEIREDO BARRIGUINHA, 54 anos, DOMÉSTICA

10 - EMILIO DO ROSÁRIO MOURA, 62 anos, APOSENTADO

11 - JOSÉ LUCINDO DA ROSA JORGE, 68 anos, APOSENTADO

12 - MARIA DENIS PEREIRA CARMO, 65 anos, ARTESÃ

13 - MANUEL PINTO ROSA, 65 anos, APOSENTADO

14 - MANUEL FERNANDO BICHO MARTINS, 58 anos, APOSENTADO

15 - LUCIO CORDEIRO ESTEVES CARIAS, 50 anos, ENG. TÉCNICO AGRÁRIO


Suplentes


16 - MARIA DA LUZ BARRETO DE OLIVEIRA LOURENÇO DE OLIVEIRA, 57 anos, ARTESÃ

17 - JOAQUIM MANUEL CORDEIRO HENRIQUETO, 36 anos, AGRICULTOR

18 - FRANCISCO DE MATOS AGOSTINHO, 67 anos, APOSENTADO

19 - JOSÉ LEANDRO LOPES SEMEDO, 38 anos, EMPRESÁRIO

20 - JOSÉ MARIA FIGUEIREDO BASSO REISINHO, 64 anos, APOSENTADO
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21 - OLÍVIO MENDES RAMALHETE, 76 anos, APOSENTADO

22 - JOSÉ MANUEL COELHO PINTO FERREIRA, 45 anos, TÉCNICO SUPERIOR DE INFORMÁTICA

Por falar em vaidades: "Gestão autárquica"


A realidade da nossa gestão autárquica é marcada pelo populismo, os autarcas vivem dos votos dos eleitores mais ignorantes e gastam os recursos para conquistar o voto fácil. Isso significa que uma parte não negligenciável dos recursos públicos é mal gasta.

Um bom exemplo disso é Vila Real de Santo António onde nos últimos anos um autarca descobriu a fórmula de sucesso, conquista o coração dos idosos aproveitando-se das fragilidades do SNS para levar meia dúzia de velhotes a operar as cataratas a Cuba. É evidente que muitos outros que têm problemas ficaram de fora desta generosidade, dava menos nas vistas. Mais beneficiado do que os velhotes foi Santana Lopes que recebeu um suplemento de rendimento a título de assessoria jurídica à autarquia.

Graças a esta manobra o autarca ficou famoso, mas isso foi pouco para convencer os munícipes de que o seu município podia ficar famoso, vai daí investe 700.000 euros na discoteca da astróloga Maia, para não referir o que terá pago ao José Castelo Branco para ser rei do Carnaval, bem como outras iniciativas para alegrar o povo.

Não está em causa se o autarca é do partido A ou do partido B, o que está em causa é que com obras de fachada, iniciativas populistas e falsas notoriedades Vila Real de Santo António não passa da cepa torta, não estimula a fixação de empresas, não estimula iniciativas empresariais, não fixa os jovens mais qualificados que são obrigados a partir.

Esta não é uma realidade exclusiva de Vila Real de Santo António ou de autarquias geridas pelo PSD, é o resultado de décadas de populismo que deram lugar a uma nova estirpe de autarcas que governam para conquistar votos e sabem que os votos fáceis, dos velhotes, dos cidadãos com menos culturas e dos estratos mais frágeis da sociedade são os mais fáceis de conquistar, basta umas obras de fachada, alguma caridade e muitas festas.
A curto prazo até ficamos com a impressão de dinamismo, a longo prazo compromete-se o desenvolvimento económico, marginaliza-se o concelho do investimento tecnológico, compromete-se a criação de riqueza e promove-se a pobreza.

13 de Agosto de 2009-08-19

terça-feira

Artigo de opinião: "Nisa 2009"

No discurso de apresentação dos candidatos da CDU, em Nisa, a actual presidente da câmara, falou, enfim, na Albergaria da Penha do Tejo - complexo turistico lançado em 1997, mas de uma forma como se não tivesse responsabilidades politicas sobre o estado em que se encontra o mesmo, e foi mais além, prometendo resolver toda a situação nos próximos quatro anos...

Nos próximos 4 anos ??? Não lhe chegaram 8 de presidência e 4 de vereação??? Um total de 12 anos com uma gestão sobre este problema de total inércia e irresponsabilidade. Fala numa requalificação do espaço, mas com que verbas?? Recurso a crédito ou pedir mais fundos comunitários??? Este "elefante branco" do investimento público, que temos em Nisa, é mais um caso de como são tratados os nossos impostos por estes autarcas sem capacidade politica para zelar pela "coisa pública". Se como refere a situação não podia ser resolvida porque havia uma acção em tribunal, o que a impediu de continuar (como devia) a zelar por um bem público? Enquanto a mesma decorria? Portanto preferiu deixar tudo ao abandono e ao saque.... todo o complexo turistico, chegando ao lastimável estado de degradaçao em que se encontra neste momento. Perguntamos quem são os responsáveis por esta "barbarie" da gestão autarquica???
No próximo dia 11 de outubro, vamos alterar esta situação de uma forma exemplar e competente, chegou a hora de mudar o rumo do nosso concelho.
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José Leandro Lopes Semedo

quarta-feira

Mandatário da Lista do PS em Nisa às Autárquicas 2009


Marco António Barreto Lourenço de Oliveira, 36 anos, Licenciado em Relações Internacionais, actualmente Presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Nisa.

Membro da Assembleia Municipal de Nisa desde 1997 (durante 1 ano como Presidente da Assembleia Municipal interino), é também membro da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Nisa e anterior membro e proponente do Conselho Municipal de Juventude.
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Actualmente é Vice-presidente da Assembleia Intermunicipal da CIMAA - Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (ex-Associação de Municípios).

1.º Presidente da Direcção (Fundador) da Inijovem e Presidente da Assembleia-geral desde 1999 a 2008, foi também Fundador da Juventude Socialista de Nisa e, mais tarde, por 2 mandatos, Vice-presidente da Federação Distrital da Juventude Socialista de Portalegre. Desde 1997 que é membro da Comissão Política Distrital do Partido Socialista de Portalegre e proponente da realização do XIII Congresso Distrital do Partido Socialista de Portalegre no Cine-teatro em Nisa, que se realizou em Novembro do ano transacto.

Bancário, actualmente é Adjunto do GAP do Governador Civil do Distrito de Portalegre.

Artigo de José Sócrates, publicado a 11 de Agosto no Jornal de Notícias



Uma escolha decisiva

Um programa com prioridades claras


O Partido Socialista, cumprindo com seriedade e sentido das responsabilidades o seu dever democrático, apresentou já, publicamente, o seu programa eleitoral. É um programa de ambição e de futuro. Mas é também um programa com prioridades muito claras: vencer a crise, modernizar o País, reduzir as desigualdades sociais.

Dirigimos o foco da nossa atenção, claramente, para as urgências do tempo presente : superar a crise que veio de fora, relançar a economia e promover o emprego. Mas apontamos, também, o caminho do futuro - de que não podemos desistir - para uma economia mais forte e competitiva: prosseguir o movimento de modernização da economia e do Estado, reforçar as qualificações, continuar a reduzir a dependência energética, valorizar as exportações. A mobilização de vontades e energias nacionais em torno de um Pacto para a Internacionalização das Pequenas e Médias Empresas e de um Pacto para o Emprego estruturam as nossas propostas de ambição renovada para a economia portuguesa. Paralelamente, propomos novas medidas concretas para prosseguir o reforço das políticas sociais e a qualificação dos serviços públicos, de modo a ir mais longe no combate à pobreza e às desigualdades, proporcionando mais oportunidades para todos.

Ter ou não ter programa: uma questão de responsabilidade política

A pouco mais de um mês das eleições legislativas, o contraste não poderia ser maior. O PS, como lhe compete, apresenta os resultados de quatro anos de reformas que, apesar de todas as dificuldades, permitiram pôr as contas públicas em ordem, retirar a segurança social da situação de alto risco, modernizar e simplificar a administração pública, generalizar o acesso às novas tecnologias de informação, levar a economia portuguesa a uma balança tecnológica positiva, colocar Portugal na dianteira nas energias renováveis, reduzir o abandono e o insucesso escolar, desenvolver o ensino profissional, melhorar os cuidados prestados pelo Serviço Nacional de Saúde e concretizar toda uma nova geração de políticas sociais, que reduziu a pobreza e as desigualdades, aumentou o salário mínimo e reforçou em muito o apoio às famílias. Mas, ao mesmo tempo que apresenta resultados, o PS mostra, uma vez mais, iniciativa e determinação, apresentando um programa de novas propostas para responder à crise internacional e preparar o futuro do País.

Enquanto isso, a única coisa que vemos do lado da Oposição é a insistência na velha lógica de coligação negativa, em que forças políticas de sinal contrário, como a direita conservadora e a esquerda radical, convergem no objectivo comum de atacar o PS e dizer mal de tudo o que se tenta fazer para melhorar o País. Quanto ao futuro, nada parecem ter para dizer aos portugueses.

E é preciso notar que se o PS apresenta um programa, a direita esconde o seu. De facto, enquanto o PS lança as ideias políticas que marcam o debate, na direita reina o vazio: não tem ideias nem alternativa para apresentar e, mais grave ainda, tenta agora esconder dos eleitores as ideias que antes apresentou e defendeu, como as que contestaram o aumento do salário mínimo ou as que poriam em causa a universalidade e tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde, bem como a própria matriz pública do nosso sistema de segurança social, que garante as pensões e as reformas dos portugueses.

Mas a direita não tem como esconder a sua verdadeira face: o regresso ao passado. Quatro anos volvidos, a direita não tem melhor para propor que as mesmas ideias e as mesmas pessoas. Mesmas ideias e mesmas pessoas que, ainda há pouco, em condições bem mais favoráveis, fracassaram totalmente na governação. Falam, por vezes, como se tudo estivesse esquecido. Não: nós sabemos o que a direita fez no Governo passado.

1ª escolha: atitude

Nas próximas eleições legislativas, de 27 de Setembro, os portugueses serão chamados a fazer uma escolha política decisiva. E, do meu ponto de vista, essa escolha envolve três opções fundamentais, que gostaria aqui de explicitar de forma a clarificar o que, no essencial, está em jogo.

Em primeiro lugar, trata-se de escolher uma atitude na governação. Como é manifesto, a atitude que tem marcado o discurso da direita é dominada pelo pessimismo, pela amargura e pela resignação. Bem vistas as coisas, a direita só fala do futuro para dizer que tem medo do dia de amanhã. Medo: não apela ao melhor mas ao pior de nós. A sua mensagem é triste e miserabilista. Não adianta fazer nada a não ser esperar pacientemente por melhores dias.

Pois eu acho que esta atitude paralisante, herdeira de um certo espírito do salazarismo, faz mal ao País e não nos deixa andar para a frente. Pelo contrário, acho que o primeiro dever de quem governa é ter uma visão do futuro do País e a determinação de impulsionar as reformas modernizadoras que são necessárias para servir o interesse geral. Este é o seu dever: mobilizar as energias da sociedade e puxar pela confiança. Confiança, nunca desistir da confiança.

E atenção: esta não é uma questão menor. Naturalmente, a superação dos desafios há-de resultar, sobretudo, do dinamismo da sociedade e da iniciativa dos seus agentes económicos. Mas num momento como este, de dificuldades e tarefas tão exigentes, a atitude de quem governa pode ajudar a fazer a diferença entre o fracasso e o sucesso.

É por isso que digo aos portugueses que há aqui uma opção importante a fazer. E digo mais: a atitude de pessimismo, de resignação e de paralisia que marca o discurso da direita não serve os interesses do País. O que os tempos exigem é uma outra atitude na governação: uma atitude de confiança, de determinação e de iniciativa para vencer as dificuldades do presente, prosseguir o movimento de modernização e preparar o futuro País.
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2ª escolha: investimento público

Em segundo lugar, há uma escolha política a fazer sobre o investimento público. A questão é esta: num contexto de crise económica global e de consequente quebra das exportações, de falta de confiança e adiamento de projectos por parte dos investidores privados, de dificuldades no acesso ao crédito, de menor procura pelos consumidores, que factor pode contribuir para relançar a economia, salvar muitas empresas e promover o emprego? Desde a célebre Grande Depressão, que se seguiu à crise de 1929, todos os economistas que resistem à cegueira ideológica sabem a resposta: o investimento público. Por isso, a generalidade dos países europeus e das economias desenvolvidas, incluindo os Estados Unidos da América de Obama, decidiram enfrentar a crise lançando programas de reforço do investimento público. Foi o que fizemos aqui também, com investimentos selectivos e destinados a impulsionar a modernização do País, de num modo geral antecipando apenas o calendário de projectos já anteriormente decididos e privilegiando os investimentos de mais rápida execução: modernização das escolas, equipamentos sociais e de saúde, energia, redes de nova geração.

A nossa direita, pelo contrário, ao arrepio do que se vê pelo Mundo fora, permanece apegada aos seus preconceitos ideológicos e acha que o Estado não deve fazer tanto para ajudar a economia a vencer a crise e para salvaguardar o emprego. A sua proposta é, por isso, simples e recorrente: cortar no investimento público. Mas esta é também uma proposta errada. É preciso dize-lo de forma clara: cortar no investimento público modernizador, como propõe a direita, seria um grave erro estratégico, que prejudicaria seriamente o relançamento da economia, atiraria muito mais empresas para a falência e bloquearia a recuperação do emprego.

E mais: Portugal não pode estar constantemente a regressar à estaca zero na discussão dos seus projectos de investimento. Não pode estar cinquenta anos para decidir uma barragem, quarenta anos para decidir um aeroporto e vinte anos para decidir se fica dentro ou fora da rede europeia de alta velocidade, que está já hoje a revolucionar a mobilidade por toda a Europa e na nossa vizinha Espanha. Houve um tempo para decidir, este é o tempo de fazer. A proposta do PS é, por isso, continuar a apostar no investimento público como instrumento fundamental de combate à crise mas também de modernização do
País.

3ª escolha: Estado social

Em terceiro lugar, há uma escolha crucial a fazer sobre o futuro das políticas sociais – e também aí as opções são claras, separando nitidamente a direita e o PS. A direita insiste no recuo do Estado Social, para a condição de Estado mínimo ou, como dizem agora, Estado “imprescindível”. Nada que não tenhamos já visto antes: lembramo-nos bem de que estes mesmos protagonistas foram responsáveis por um forte desinvestimento nas políticas sociais quando estavam no Governo. Mas, tendo em conta as propostas apresentadas pela direita ao longo desta legislatura, a ambição que agora se desenha é outra: privatização parcial da segurança social, fim da tendencial gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde e pagamento dos próprios serviços de saúde pelas classes médias, privatização de serviços públicos fora das áreas de soberania. A proposta do PS, por seu turno, é bem diferente: reforço das políticas sociais, qualificação e modernização dos serviços públicos, investimento no combate à pobreza e na redução das desigualdades. E os portugueses sabem que esta proposta do PS dá seguimento aquela que foi a sua prática no Governo: criámos o complemento solidário que já beneficia mais de 200 mil idosos, criámos a rede de cuidados continuados, reforçámos o investimento nos equipamentos sociais, criámos o abono pré-natal, aumentámos o abono de família, alargámos a acção social escolar, aumentámos o salário mínimo.

Para a próxima legislatura, propomo-nos reforçar ainda mais as políticas sociais, de modo a enfrentar os novos desafios do Estado Social.

Primeiro, o apoio à natalidade, à infância e à família: somaremos às medidas em curso a nova Conta Poupança Futuro, em que o Estado deposita 200 Euros, por ocasião do nascimento de qualquer criança, e concede benefícios fiscais para incentivar a poupança, sendo que o saldo poderá depois ser utilizado pelo jovem para financiar os seus estudos ou projectos profissionais.

Segundo, o combate à pobreza e às desigualdades: criaremos um novo mecanismo de ajuda ao rendimento das famílias trabalhadoras com filhos a cargo e das pessoas com deficiência, em termos semelhantes ao Complemento Solidário para Idosos, de forma a garantir um rendimento acima do limiar da pobreza.

Terceiro, o apoio à qualificação e inserção profissional dos jovens: apoiaremos a escolaridade até ao 12º ano através da nova bolsa de estudos para estudantes do ensino secundário e criaremos novos programas INOV, incluindo o INOV-Social, bem como um programa especial de cinco mil estágios na administração pública. Quarto, a qualificação do Serviço Nacional de Saúde: anteciparemos para 2013 as metas de expansão da rede de cuidados continuados para idosos e dependentes previstas para 2016 e alargaremos a todo o território nacional a experiência de sucesso das Unidades de Saúde Familiar, de modo a prosseguir o objectivo de garantir a todos os portugueses o acesso a médico de família.

Eis apenas algumas propostas concretas do nosso programa de reforço das políticas sociais, que é fundamental para fazer face a necessidades reais do País. É este caminho, de reforço do Estado Social, que devemos seguir. E é este caminho que também se decide nas próximas eleições legislativas. Porventura é mesmo essa a questão decisiva destas eleições: rasgar as politicas sociais, ou reforço do Estado social. Uma vez mais: ou o PS ou a direita

Confiança no futuro

E que não haja ilusões: para Portugal, a alternativa real é entre o PS ser chamado de novo a formar Governo ou regressar a um Governo de direita. Por isso, os que querem um PS fraco e vencido, digam o que disserem, preferem de facto a direita no poder. Mas nesta escolha decisiva que está diante dos portugueses, o PS está, creio, do lado certo, que é também o lado da acção e do futuro: propõe uma atitude de iniciativa, preconiza o investimento público para a modernização do País e defende o Estado Social para reduzir as desigualdades e promover oportunidades para todos.

Neste momento de crise mundial, os Portugueses precisam de um Governo competente, com um rumo claro, uma agenda conhecida e condições de coerência e estabilidade.
Os portugueses sabem que sempre puderam contar com o PS nos momentos difíceis. Nós não somos daquela esquerda que se limita a protestar, dispensando-se da maçada de contribuir para a solução de qualquer problema. Estamos bem conscientes de que a nossa responsabilidade é realizar as políticas públicas necessárias para responder aos problemas e às necessidades das pessoas. E é isso que queremos continuar a fazer, com toda a energia e com toda a determinação, com base num novo compromisso. Com confiança nos portugueses e com confiança no futuro.