quarta-feira
terça-feira
Partido Socialista: "Há outro caminho ..."
Há quem tente fazer acreditar que o Partido Socialista não apresenta alternativas para melhorar a vida dos portugueses.
- O PS já apresentou mais de 350 propostas e posições públicas;
- O PS lutou contra o aumento da TSU;
- O PS tem alertado o Governo de que a sua receita está a falhar e que seria necessário mais um ano para consolidar as contas públicas, para aliviar os sacrifícios exigidos aos portugueses;
- O PS sempre entendeu que a resolução da crise tem uma forte componente europeia;
- O PS defendeu e propôs uma Agenda para o Crescimento e o Emprego, como política alternativa à austeridade e ao “Custe o que Custar”;
- O PS defendeu na Assembleia da República e no Partido Socialista Europeu o aprofundamento do projecto europeu, reforçando a União Europeia, actualmente com uma dimensão monetária e cambial, com uma governação económica, que materialize a opção por uma União Europeia federal;
- O PS tem lutado no plano europeu pela criação de Eurobonds e pelo reforço do papel do Banco Central Europeu para diminuir os custos com o serviço da dívida, baixando os respectivos juros, e com isso aliviar o esforço orçamental com juros, permitindo aliviar os sacrifícios impostos aos portugueses;
- O PS propôs uma taxa sobre as transações financeiras para garantir maior equidade fiscal em vez de se sobrecarregar sempre nos rendimentos do trabalho;
- O PS defendeu o princípio da equidade e como tal propôs que os rendimentos de capital também devessem ser tributados na sobretaxa extraordinária de IRS para 2011, para que quem ganha mais pague mais;
- O PS conseguiu no orçamento de 2012 um maior equilíbrio entre a tributação sobre o capital que se traduziu numa subida das taxas liberatórias em 3,5%;
- O PS, a propósito das taxas moderadoras, rejeitou o conceito de co-pagamento e os aumentos extraordinários decididos pelo Governo;
- O PS foi contra o aumento do horário de trabalho em meia hora semanal;
- O PS conseguiu que o IVA para a cultura não subisse para a taxa máxima;
- O PS lutou para que o Governo não aumentasse o IVA na restauração, apresentando alternativas;
- O PS foi contra aumento brutal do IVA no gás e na electricidade e propôs, em alternativa, alargar o imposto extraordinário às empresas com lucros superiores a dois milhões de euros;
- O PS apresentou um pacote de medidas para sector da energia para baixar o preço da eletricidade e do gás para as famílias e para as empresas, eliminando as rendas excessivas existentes neste mercado; O PS apresentou um projecto-lei para ajudar as famílias a lidar com as dificuldades no pagamento de crédito à habitação;
- O PS apresentou uma proposta de revisão do conceito de família do regime de isenção das taxas moderadoras da Saúde (uma família sem filhos não é o mesmo que uma família com 3 filhos, ou que uma família monoparental com 2 filhos).
António José Seguro apresentou este fim-de-semana mais cinco medidas que permitem oferecer aos portugueses uma linha de rumo, um horizonte de esperança e a confiança necessária para acreditar que há alternativas. Em democracia, há sempre alternativas.
- Criação de uma linha de crédito a contratar com o Banco Europeu de Investimento, no valor de 5 mil milhões de euros, para apoiar as Pequenas e Médias Empresas com dificuldades de acesso ao crédito;
- Criação de Fundo de recapitalização no valor de 3 mil milhões de euros para reforçar a capacidade de tesouraria das Pequenas e Médias Empresas, utilizando metade da verba disponível não utilizada pelos bancos para a sua recapitalização (12 mil milhões de euros);
- Colocar 3 mil milhões de euros do QREN, Quadro de Referência Estratégica Nacional – fundos comunitários - que estão parados, ao dispor da economia portuguesa, por exemplo, utilizando-os em projectos de reabilitação urbana;
- Reduzir os custos das empresas e das famílias com os combustíveis e com a energia, através da criação de postos de combustíveis de linha branca, mais baratos, e da abolição de uma das taxas do gás natural. Actualmente o gás natural é taxado à saída de Espanha e à entrada em Portugal – abolir uma das taxas faria com que o preço do gás fosse mais baixo;
- Criação de um banco do fomento, de propriedade pública, à semelhança do que existe noutros países, focado no apoio ao investimento e beneficiando dos próximos fundos comunitários (2014-2020), em conjugação com recursos do BEI.
Há alternativa, há outro caminho.
segunda-feira
Presidente da Concelhia de Nisa, pela primeira vez, em reunião da Comissão Nacional do PS, em Mangualde
Da Ordem de Trabalhos constou a análise e votação de uma série de Regulamentos Internos do Partido Socialista, destacando-se do "Regulamento Eleitoral Interno e de Designação de Candidatos a Cargos de Representação Política", e tendo em conta as Eleições Autárquicas que se irão realizar em 2013, o seguinte:
- "A designação dos candidatos às Assembleias de Freguesia compete à Assembleia Geral da Secção";
- "A designação dos candidatos autárquicos é competência da Comissão Politica Concelhia, exceto o previsto" para a designação do primeiro candidato ao Município.
quarta-feira
II Encontro Nacional de Freguesias da ANAFRE, em Matosinhos - Conclusões
CONCLUSÕES
1 – Os Autarcas de
Freguesia continuam a rejeitar, liminarmente, o modelo de reforma administrativa
indicado pela Lei nº 22/2012, exigindo a sua revogação.
2 – Os Autarcas de
Freguesia repudiam, vivamente, todo o processo da Reorganização Administrativa
Territorial Autárquica, centrada na decisão de Assembleias Municipais, Órgãos
exógenos às Freguesias.
3 – Os Autarcas de
Freguesia presentes estão convictos de que a extinção/agregação de Freguesias
nada contribuirá para a redução da despesa pública; outrossim, despertará novos
gastos para um pior serviço público às populações.
4 – Os Autarcas de
Freguesia, participantes no 2º ENCONTRO, recomendam aos Presidentes de Junta,
representantes das respetivas Assembleias Municipais no Congresso Nacional dos
Municípios Portugueses, que exortem os Autarcas de Município a exigirem, perante
a Unidade Técnica, o caráter vinculativo dos seus pareceres;
5 – Os Autarcas de
Freguesia entenderam, ainda, deliberar:
Ø Que não vão baixar os braços, perante a Lei
publicada e as Leis futuras, mas mobilizarem-se, numa atitude de justa
resistência;
Ø Que, junto da Presidência da República, do Governo,
das instâncias judiciais nacionais, devem fazer valer as razões do seu
combate;
Ø Que a Assembleia da República seja consciencializada
do dever de atender a vontade das populações, respeitando os seus pareceres,
porque,
Ø Uma Reforma Administrativa Local que se pretenda
coerente e inteligente, deve respeitar o princípio da adesão voluntária,
auscultando as populações, envolvendo Autarcas, defendendo a autonomia e
identidade locais;
6 – Os Autarcas
presentes incentivam a ANAFRE a continuar na linha de rumo até agora
prosseguida, rejeitando que alguma reforma avance, nos termos propostos.
7 – Os Autarcas
presentes no 2º Encontro Nacional de 15 de setembro de 2012, recomendaram à
ANAFRE que
sensibilizasse a Administração Central e os Partidos Políticos para a
complexidade das repercussões de uma reorganização territorial feita sem
prudência:
Ø no âmbito da nova geometria autárquica,
Ø na alteração e domínio dos novos sistemas
informáticos,
Ø na notificação das novas condições aos cidadãos
eleitores,
Ø na elaboração das listas concorrentes,
Ø nos seus reflexos sobre o recenseamento
eleitoral,
Ø na organização dos cadernos eleitorais,
Ø na nova logística própria dos atos eleitorais,
Ø na orgânica de todo o processo administrativo.
8 – Os Autarcas de
Freguesia, participantes no 2º ENCONTRO NACIONAL DE FREGUESIAS, exortaram a
ANAFRE a
alertar o Poder Central e Partidário para a instalação de turbulência e do caos,
prejudicando o exercício da Democracia e a Paz Social.
Matosinhos, 15 de setembro de 2012
quinta-feira
Declaração do Secretário-geral do PS, António José Seguro, ao país, em 13/09/2012
"Há uma linha que separa a austeridade da imoralidade e essa linha foi ultrapassada. Ou o primeiro-ministro recua e retira a proposta de aumentar a TSU para os trabalhadores ou tomaremos todas as medidas constitucionais para a retirar. O PS apresentará uma moção de censura, a opção é do primeiro-ministro, está nas suas mãos."
João Galamba acusa Vítor Gaspar de "selvajaria social"
O deputado do PS, João Galamba, fez hoje um violento ataque a Vítor Gaspar, que acusou de "selvajaria social": "O senhor ministro é um irresponsável e vai destruir este país", disse João Galamba, durante uma reunião da comissão permanente da Assembleia da República, com a presença do ministro das Finanças. "E tem o dever de recuar nesta experiência social que é uma catástrofe para o país".
quarta-feira
Intervenção de Pedro Marques, Deputado pelo Distrito de Portalegre, na Assembleia da República, a 12 de Setembro
Sra. Presidente
Sras. E Srs. Deputados
Sr. Ministro das Finanças
O Governo falhou, e por isso o país definha numa profunda espiral recessiva.
O Défice está em praticamente 7%, a recessão vai nos 3%, e daí já não sai este ano, o desemprego há muito ultrapassou os 15%, a Dívida Pública já vai a caminho de uns incríveis 124% do PIB. O Governo foi incompetente a gerir as contas públicas, e agora estamos todos a pagar!
Depois de tanta incompetência, o Governo, com muito tempo de atraso, lá teve que aceitar mais um ano para o ajustamento.
Mas mais um ano para quê? Para mudar de política? Para pôr mais economia nas suas políticas? Não! Para continuar a mesma política. Esse é um erro profundo, que pagaremos muito caro uma vez mais.
Avisámos que o Programa de Ajustamento, sendo necessário, para promover o regresso à normalidade no financiamento, tinha que ser adaptado à realidade, ajustado à evolução da procura, era preciso por mais política económica nestas políticas.
Não. Agravaram a dose, muito para lá do programa de ajustamento inicial. Quase duplicaram a dose de austeridade, muito mais troikistas que a própria Troika.
Falharam, a receita falhou!
Chegados aqui, a Setembro de 2012, o que decidem? Agravar uma vez mais a dose, carregar no acelerador, acentuar a receita do Empobrecimento Regenerador. Dizem que andaram todo o ano a aprender o padrão de ajustamento da economia portuguesa? O resultado: Dezenas e dezenas de milhares de desempregados, falências, muito mais pobreza. Mas então não aprenderam nada? Se insistem e reforçam a dose, com mais cinco mil milhões de austeridade em 2013, é certo que voltarão a falhar. Quem pagará, uma vez mais, esta obstinação? Outra vez os portugueses.
Mais impostos, muito mais impostos, um grande aumento do IRS e das contribuições dos trabalhadores independentes, a par do aumento de impostos por via da alteração da TSU.
Mais cortes nas prestações sociais, e especialmente nas pensões, até 10% de cortes nas pensões, depois de terem anunciado que os pensionistas continuariam em 2013 sem 13º e 14º meses.
E não tente algum dos partidos da coligação ensaiar um falso afastamento destas escolhas. Não se está no Governo e na oposição ao mesmo tempo. As responsabilidades destas escolhas são de toda a maioria. Os aumentos de impostos, os cortes de rendimentos e pensões, o aumento de contribuições de trabalhadores independentes, são de PSD e de CDS, ao arrepio de tudo o que Passos Coelho e Portas disseram quando estavam na oposição!
Sra. Presidente
Sras. E Srs. Deputados
Não tenhamos dúvidas, o dia 7 de Setembro de 2012 pode ficar gravado na pedra, ir para os manuais de História pelas piores razões. O dia em que o Governo quis destruir o equilíbrio social em Portugal.
Romperam de uma penada, todos os mais importantes consensos com este país.
Em primeiro lugar, o consenso com o Estado de Direito. Sem este, o que nos protege? O Governo desrespeitou e afrontou o Tribunal Constitucional. Apesar da decisão do Tribunal Constitucional, que disse de forma clara que era injusto fazer recair sobre Pensionistas e Funcionários Públicos um esforço tão brutal de ajustamento, o que fazem? Mantêm o corte de dois subsídios a funcionários públicos e pensionistas, e até o agravam.
Mas vão muito mais longe, rompendo ostensivamente deste modo os importantes consensos sociais e políticos que restavam na sociedade portuguesa.
Promovem a maior redistribuição de riqueza e bem-estar do trabalho para o capital de que há memória em Portugal.
Um severo aumento de impostos para os trabalhadores, para todos os trabalhadores, mesmo os de salários muito baixos. O Salário Mínimo Nacional ou valores pouco superiores, serão diminuídos nominalmente. Inimaginável! Mais um passo no experimentalismo da economia dos baixos salários. E fazem-no de forma intencional, pois a redução da TSU nunca esteve nestes moldes no Memorando, e chegou mesmo a deixar de constar em posteriores revisões, mas foi agora recuperada intencionalmente pelo Governo.
Há um ano, esta proposta só funcionava bem em modelos académicos, agora é para a frente e em força!
E assim um Governo destrói um importante consenso político e social, num momento tão complexo da vida da nação. E esta proposta nem sequer contribui para a consolidação orçamental, o Alfa e o Omega desta governação. Até arrisca um efeito contrário. Mas esta também não é uma proposta com efeitos positivos no crescimento e emprego. Todos os analistas, comunidade académica, trabalhadores, empresários, aqueles que realmente conhecem alguma coisa das empresas, dizem que a ter algum efeito no emprego, será negativo, por via das falências e destruição de postos de trabalho, devido à quebra da procura interna.
Já conseguiram gerar um consenso nacional. Contra a mais errada das propostas, a alteração da TSU. Gerou-se o consenso de todos os partidos da oposição, dos parceiros sociais, da comunidade académica, dos trabalhadores, dos empresários, do povo português.
Um tumulto democrático, um tumulto social, institucional e político, eis o que se gerou em poucos dias.
Esta proposta não pode conhecer a luz do dia em forma de Lei. Eis o que vos exige todo o país em clamor! É, por isso, o último repto que vos deixo, em nome do Partido Socialista, a bem de Portugal.
Sras. E Srs. Deputados
Sr. Ministro das Finanças
O Governo falhou, e por isso o país definha numa profunda espiral recessiva.
O Défice está em praticamente 7%, a recessão vai nos 3%, e daí já não sai este ano, o desemprego há muito ultrapassou os 15%, a Dívida Pública já vai a caminho de uns incríveis 124% do PIB. O Governo foi incompetente a gerir as contas públicas, e agora estamos todos a pagar!
Depois de tanta incompetência, o Governo, com muito tempo de atraso, lá teve que aceitar mais um ano para o ajustamento.
Mas mais um ano para quê? Para mudar de política? Para pôr mais economia nas suas políticas? Não! Para continuar a mesma política. Esse é um erro profundo, que pagaremos muito caro uma vez mais.
Avisámos que o Programa de Ajustamento, sendo necessário, para promover o regresso à normalidade no financiamento, tinha que ser adaptado à realidade, ajustado à evolução da procura, era preciso por mais política económica nestas políticas.
Não. Agravaram a dose, muito para lá do programa de ajustamento inicial. Quase duplicaram a dose de austeridade, muito mais troikistas que a própria Troika.
Falharam, a receita falhou!
Chegados aqui, a Setembro de 2012, o que decidem? Agravar uma vez mais a dose, carregar no acelerador, acentuar a receita do Empobrecimento Regenerador. Dizem que andaram todo o ano a aprender o padrão de ajustamento da economia portuguesa? O resultado: Dezenas e dezenas de milhares de desempregados, falências, muito mais pobreza. Mas então não aprenderam nada? Se insistem e reforçam a dose, com mais cinco mil milhões de austeridade em 2013, é certo que voltarão a falhar. Quem pagará, uma vez mais, esta obstinação? Outra vez os portugueses.
Mais impostos, muito mais impostos, um grande aumento do IRS e das contribuições dos trabalhadores independentes, a par do aumento de impostos por via da alteração da TSU.
Mais cortes nas prestações sociais, e especialmente nas pensões, até 10% de cortes nas pensões, depois de terem anunciado que os pensionistas continuariam em 2013 sem 13º e 14º meses.
E não tente algum dos partidos da coligação ensaiar um falso afastamento destas escolhas. Não se está no Governo e na oposição ao mesmo tempo. As responsabilidades destas escolhas são de toda a maioria. Os aumentos de impostos, os cortes de rendimentos e pensões, o aumento de contribuições de trabalhadores independentes, são de PSD e de CDS, ao arrepio de tudo o que Passos Coelho e Portas disseram quando estavam na oposição!
Sra. Presidente
Sras. E Srs. Deputados
Não tenhamos dúvidas, o dia 7 de Setembro de 2012 pode ficar gravado na pedra, ir para os manuais de História pelas piores razões. O dia em que o Governo quis destruir o equilíbrio social em Portugal.
Romperam de uma penada, todos os mais importantes consensos com este país.
Em primeiro lugar, o consenso com o Estado de Direito. Sem este, o que nos protege? O Governo desrespeitou e afrontou o Tribunal Constitucional. Apesar da decisão do Tribunal Constitucional, que disse de forma clara que era injusto fazer recair sobre Pensionistas e Funcionários Públicos um esforço tão brutal de ajustamento, o que fazem? Mantêm o corte de dois subsídios a funcionários públicos e pensionistas, e até o agravam.
Mas vão muito mais longe, rompendo ostensivamente deste modo os importantes consensos sociais e políticos que restavam na sociedade portuguesa.
Promovem a maior redistribuição de riqueza e bem-estar do trabalho para o capital de que há memória em Portugal.
Um severo aumento de impostos para os trabalhadores, para todos os trabalhadores, mesmo os de salários muito baixos. O Salário Mínimo Nacional ou valores pouco superiores, serão diminuídos nominalmente. Inimaginável! Mais um passo no experimentalismo da economia dos baixos salários. E fazem-no de forma intencional, pois a redução da TSU nunca esteve nestes moldes no Memorando, e chegou mesmo a deixar de constar em posteriores revisões, mas foi agora recuperada intencionalmente pelo Governo.
Há um ano, esta proposta só funcionava bem em modelos académicos, agora é para a frente e em força!
E assim um Governo destrói um importante consenso político e social, num momento tão complexo da vida da nação. E esta proposta nem sequer contribui para a consolidação orçamental, o Alfa e o Omega desta governação. Até arrisca um efeito contrário. Mas esta também não é uma proposta com efeitos positivos no crescimento e emprego. Todos os analistas, comunidade académica, trabalhadores, empresários, aqueles que realmente conhecem alguma coisa das empresas, dizem que a ter algum efeito no emprego, será negativo, por via das falências e destruição de postos de trabalho, devido à quebra da procura interna.
Já conseguiram gerar um consenso nacional. Contra a mais errada das propostas, a alteração da TSU. Gerou-se o consenso de todos os partidos da oposição, dos parceiros sociais, da comunidade académica, dos trabalhadores, dos empresários, do povo português.
Um tumulto democrático, um tumulto social, institucional e político, eis o que se gerou em poucos dias.
Esta proposta não pode conhecer a luz do dia em forma de Lei. Eis o que vos exige todo o país em clamor! É, por isso, o último repto que vos deixo, em nome do Partido Socialista, a bem de Portugal.
sexta-feira
O Estado do Concelho ... "População mais carenciada da aldeia de Arez está a deixar de ir ao médico por não ter dinheiro para o transporte"
Dez meses depois do encerramento da extensão de saúde de Arez, concelho de Nisa, a população mais carenciada daquela aldeia está a deixar de ir ao médico por não ter dinheiro para pagar o transporte.
A denúncia partiu do presidente da Junta de Freguesia de Arez, Artur Dias, que revelou que há pessoas a pagar a um táxi para fazer uma simples medição da tensão arterial no centro de saúde de Nisa.
O autarca queixa-se ainda que a Unidade Móvel de Saúde do centro de saúde de Nisa deslocou-se àquela freguesia duas vezes no espaço de três meses e que não mais lá voltou.
A extensão de saúde de Arez foi uma das treze extensões de saúde de cinco concelhos do distrito de Portalegre, que encerraram no dia 01 de novembro de 2011.
O concelho de Nisa foi o mais afectado, com o fecho das extensões de Arez, Monte Claro, Salavessa, Pé da Serra e Velada.
No concelho de Marvão foram encerradas as extensões de saúde de Escusa, Galegos e Alvarrões e no concelho do Crato fechou a extensão de Pisão. Já Campo Maior ficou sem a extensão de Ouguela e o concelho de Avis sem as extensões de Maranhão, Valongo e Alcórrego.
quinta-feira
domingo
A tal Feira de Gastronomia ...
Agora sim! Já se começa a parecer com "a tal Feira de Gastronomia" ... aprovada com os votos favoráveis do PS, em 7 de Março de 2012, contra a vontade da Presidente da Câmara!
Um grande VIVA para toda a animação do concelho de Nisa representada!
Um grande VIVA para toda a animação do concelho de Nisa representada!
quinta-feira
segunda-feira
quinta-feira
Proposta do Partido Socialista de Nisa: Tauromaquia a “Património Cultural e Imaterial de Interesse Municipal” - Aprovada por larga maioria, com 1 abstenção e 4 votos contra de elementos da CDU
Diz-se que na Grécia Antiga o touro era perseguido a cavalo até ficar exausto, sendo então dominado pelas pontas, mas também parece natural que na Roma Antiga se tenha tomado parte em espectáculos taurinos, cuja aprendizagem, a lidar os mesmos, tenha decorrido na Península Ibérica, onde, segundo o testemunho de pinturas rupestres, se praticava, há muitas centenas de anos, a tauromaquia, não tanto por desporto quanto por necessidade, dada a abundância das rezes bravas e a sua perigosidade.
Independentemente do que o resto da história nos tenha a transmitir a esse respeito, todos sabemos que a ligação da tauromaquia ao nosso concelho chegou até aos nossos dias e praticamente a todas as suas freguesias, onde habitualmente decorrem eventos taurinos. Por este concelho, também se nasceu a ouvir falar de touros, cavalos e touradas, e se cresceu a viver a festa, e nos jardins-de-infância e escolas também se brinca às touradas, simulam-se pegas e manobram-se muletas.
Sabemos que a grande maioria dos nossos munícipes aprecia e assiste regularmente a espectáculos de índole tauromáquico, bastando só relembrar o evento mais recente associado ao Dia da Criança, onde pais e crianças encheram a praça de touros de Nisa.
A tauromaquia representa, também, uma forte actividade económico-financeira em alguns concelhos, como o nosso, e na nossa região, uma vez que, em redor desta actividade, circulam muitos toureiros, forcados, criadores de touros e de cavalos, bem como toda uma indústria produtora de espectáculos taurinos, os quais, por si só, representam um número significativo de postos de trabalho que não devem, de forma alguma, ser postos em causa.
Nesse contexto, e tendo em conta que,
Considerando que o concelho de Nisa desde sempre contou com espectáculos tauromáquicos no seu espaço territorial, destacando-se não só a sede de concelho (ex. verão), mas também Alpalhão (ex. Páscoa), Tolosa, Montalvão, Arez, Amieira;
Considerando que a tauromaquia é uma atividade que não se esgota apenas numa simples corrida de touros, mas, acima de tudo, congrega toda uma envolvência que vai desde a simples criação de gado bravo, cavalos, etc., até ao mais acalorado debate em algumas tertúlias da nossa terra. Das pessoas e entidades envolvidas neste meio, no nosso concelho, contam-se forcados amadores no activo ou já retirados da actividade taurina (desde o Grupo de Forcados Amadores de Portalegre, de Alter do Chão, de Salvaterra, da Moita ou do Aposento da Chamusca, ou como do Grupo de Forcados do Aposento da Moita ou de Sousel), onde se destacam Cabos em ambas as vertentes, para além da já conhecida Aficionisa (Grupo de Amigos Forcados de Nisa), mas mais ainda o destaque que vai para a existência de três coudelarias e duas casas destinadas à defesa exclusiva do cavalo puro sangue lusitano, bem como de duas ganadarias;
Considerando, por isso, que também nesta atividade poderá estar uma das alavancagens do desenvolvimento do nosso Concelho;
Considerando que é de todo importante e decisivo para a unidade da nossa região e do nosso distrito, a promoção, defesa e divulgação daquilo que de melhor temos para salvaguardar;
Considerando que assistimos, hoje em dia, a um verdadeiro ataque concertado às actividades tauromáquicas (teses anti corridas de touros), que, caso venham a vingar, na nossa região, no nosso distrito e no nosso país, serão colocadas em causa, não só a sua vertente socioeconómica, mas muitas das nossas tradições;
Considerando que vários concelhos do nosso distrito, dando como exemplo originário Monforte, e do país, tomaram já a iniciativa de criar posições na defesa da festa brava, cuja relevância neste distrito é ímpar.
Vêm os representantes do Partido Socialista propor o seguinte:
Competindo aos órgãos municipais a defesa intransigente das nossas tradições e da nossa identidade cultural, e tendo em conta a influência na nossa actividade socioeconómica concelhia, que seja considerada a Tauromaquia como “Património Cultural e Imaterial de Interesse Municipal” no concelho de Nisa, e que sejam assim efectuadas as devidas diligências nesse sentido, pretendendo-se para isso que esta proposta seja debatida e votada em sede de Assembleia Municipal.
Os Deputados Municipais do Partido Socialista
na Assembleia Municipal de Nisa
quarta-feira
Assembleia Municipal de Nisa, de 29 de Junho de 2012
SESSÃO ORDINÁRIA DE JUNHO DE 2012
(29 de Junho de 2012)
------JOÃO JOSÉ ESTEVES SANTANA, PRESIDENTE DA MESA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE NISA:
------TORNA PÚBLICA, no uso da competência que lhe é conferida pela alínea b) do nº 1 do Artº 54º da Lei n º 169/99, de 18 de Setembro e para cumprimento do disposto no nº 1 do Artº 49º do anteriormente referido Diploma Legal, ambos com a nova redação que lhe é dada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro, a convocatória da Sessão Ordinária de Junho de 2012 da Assembleia Municipal de Nisa, para o dia 29 (6ª Feira) do corrente mês de Junho, com início às 10H00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Nisa e com a seguinte -------------------------------------------------------------------------------------
ORDEM DE TRABALHOS
1 - Visita às obras municipais
2 - Intervenção de munícipes
3 - Período de Antes da Ordem do Dia
. Assuntos para conhecimento
. Informações dos eleitos
4 - Informação sobre a atividade municipal e situação financeira do Município (alínea e) do nº 1 do artº 53º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro)
5 - Classificação da Tauromaquia a “Património Cultural e Imaterial Municipal” do Concelho de Nisa (Moção apresentada por membros do Partido Socialista).
6 - Análise da Lei nº 22/2012 de 30 de Maio, que “aprovou o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica”.
7 - Participação no XX Congresso (extraordinário) da Associação Nacional de Municípios Portugueses, a realizar no dia 29 de Setembro de 2012, em Santarém- Eleição do Presidente da Junta de Freguesia e do seu substituto.
8 - Registo e emissão de certificados de cidadãos comunitários- Inclusão de taxas na Tabela de taxas e licenças do Município de Nisa.
9 - Proposta de Regulamento Municipal de Toponímia. 10 - Proposta de Regulamento Municipal de Saúde de Nisa.
11 - Empréstimo de curto prazo.
12 - Prolongamento do Contrato de Aluguer de Viaturas.
13 - Contratos plurianuais.
14 - Fundos de Equilíbrio Financeiro para 2013.
15 - Inclusão de assuntos na Ordem de Trabalhos
16 - Aprovação em Minuta
----------Para constar e devidos efeitos, se publica este e outros de igual teor, os quais irão ser afixados nos locais públicos do costume. ---------------------------------
Nisa e Paços do Concelho, 21 de Junho de 2012
O Presidente da Mesa da Assembleia Municipal de Nisa,
(João José Esteves Santana)
segunda-feira
NISA TEM UMA NOVA COMISSÃO POLÍTICA CONCELHIA DO PS
Na passada sexta-feira, dia 2 de Junho, fui reeleito Presidente da Comissão Política Concelhia de Nisa do PS, para um 4.º e último mandato. A ratificação desta recondução verificou-se com todos os votos a favor e apenas um voto nulo.
Quero desta forma partilhar com todos o agradecimento que já fiz aos novos membros da Comissão Política Concelhia pela sua disponibilidade para integrarem a lista que encabecei, mas relembrando também o sentido acrescido de responsabilidade que cada um passou a ter a partir desta data. E quero também agradecer àqueles que, de uma forma evidenciada ou não, acreditam neste projecto desde a primeira hora e têm esperança no futuro: no dos seus e no do nosso concelho. É um orgulho para mim e para os restantes membros, receber a força que nos é dada diariamente, com o apelo a que não olhemos para trás.
Mas quero também deixar uma palavra aos mais cépticos ou aos negativistas, ou mesmo àqueles que seguem outra linha ou estão na base do afundar deste concelho, transmitindo-lhes que é precisamente a sua posição contrária que dá mais ânimo e incentivo a todos os verdadeiros Socialistas, o que resulta na sua maior união, e que resultará numa grande vitória do Partido Socialista e da grande maioria dos Nisenses nas próximas eleições autárquicas a realizar em 2013.
Viva o PS! Viva Nisa!
Efectivos
Marco António Barreto Lourenço de Oliveira
Emílio Rosário Moura
Gilberto Mourato Canilhas Manteiga
Adelino José Polido Temudo
Joaquim Maria Costa
Francisco Boleto São Pedro
Susana Maria Charrinho Moura
José Lucindo Rosa Jorge
Francisco Pereira Trindade
José Leandro Lopes Semedo
Filipe Manuel Castanho Pinheiro
Carlos Manuel Mendes M. António
José Manuel Matias Salgueiro
José Pedro Almeida Polido
Luís Miguel Martins Porto Temudo
ELEIÇÕES INTERNAS E XV CONGRESSO FEDERATIVO DO PS
FEDERAÇÃO DISTRITAL DE PORTALEGRE DO PARTIDO SOCIALISTA
ELEIÇÕES INTERNAS E XV CONGRESSO FEDERATIVO
1 de Junho - Eleição para as Comissões Políticas Concelhias e Secções do PS;
...
15 de Junho - Eleição para o Presidente da Federação e dos Delegados ao Congresso, assim como a eleição da Presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas e do respectivo Conselho Político;
30 de Junho - XV Congresso Federativo, a realizar no Pavilhão Municipal de Monforte (as Moções Sectoriais ou textos deverão ser apresentadas à COC até ao dia 22 de Junho).
Mocão: "Presidente da Câmara não autoriza os eleitos da Assembleia Municipal a utilizarem autocarro da Câmara"
PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA /REUNIÃO ORDINÁRIA DE 2/MAIO/11
PRESIDENTE DA CÂMARA NÃO AUTORIZA OS ELEITOS DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL A
UTILIZAREM AUTOCARRO DA CÂMARA PARA DESLOCAÇÃO À INFRA-ESTRUTURA ENCERRADA E DEGRADADA “ALBERGARIA PENHA DO
TEJO”
" No passado dia 30 de Abril, no decurso da 2ª sessão
anual da Assembleia Municipal de Nisa tomamos conhecimento do teor de um ofício
subscrito pela Sra. Presidente da Câmara e remetido ao Presidente daquele
órgão, através do qual informa que não cede o autocarro municipal para
realização de uma deslocação dos membros daquele órgão autárquico à
infra-estrutura denominada “Albergaria Penha do Tejo”, no período imediatamente
anterior à hora de realização da referida sessão que teve lugar às 15.00 horas.
Os Vereadores subscritores da presente moção demarcam-se
deste acto ostensivo de poder praticado pela Presidente da Câmara ao impedir o
uso de um bem municipal por parte dos Eleitos Locais na Assembleia Municipal
que, tal como a Presidente, foram sufragados através do voto directo e
universal dos cidadãos deste nosso concelho e aos quais assiste o direito de
constatarem e de avaliarem no local, o estado deplorável a que chegou o imóvel.
Os Vereadores da oposição manifestam aliás o seu total
repúdio pelo desrespeito revelado pela Presidente da Câmara relativamente ao
órgão deliberativo do Município competente para acompanhar e fiscalizar a
actividade do Executivo, mormente quando é do conhecimento público que, sem
deliberação do Executivo Municipal, (órgão competente para autorizar a cedência
do autocarro) o mesmo foi utilizado para transportar pessoas do concelho ao
local de realização do funeral do pai do ex-director executivo da ADN.
Os Vereadores da oposição nada têm a opor a que, desde
já, no dia de realização da próxima sessão da Assembleia Municipal, ou em
qualquer manhã antes da abertura das sessões daquele órgão, o autocarro seja
utilizado pelos deputados municipais para visita à Albergaria ou a quaisquer
outras obras municipais que entendam acompanhar e/ou verificar o seu estado de
execução ou de degradação, e desde já se disponibilizam para integrar o grupo
de eleitos da Assembleia, devendo os custos de tais deslocações ser imputados
nos custos de funcionamento da As. Municipal como está previsto na Lei.
Pela TRANSPARÊNCIA, pela COLABORAÇÃO INSTITUCIONAL,
pela TOLERÂNCIA, pelo RESPEITO das REGRAS DEMOCRÁTICAS."
Nisa, 2 de Maio de 2012
Os Vereadores da Câmara Municipal de Nisa
IDALINA TRINDADE - FERNANDA POLICARPO - FRANCISCO CARDOSO
Artigo de opinião: "Presidente da Câmara impõe que Presidentes dos Partidos não falem"
A história já vem detrás, mas
ainda que os responsáveis políticos concelhios tenham que reunir a maior
paciência e postura, e queiram poupar o Povo de quezílias improdutivas, são
obrigados a colocar um “basta” atrás de um “basta”.
Dando como exemplo o mandato
autárquico anterior, o Presidente da Assembleia Municipal de então, e com a
legitimidade de o poder propor, tomou por iniciativa dar início a sessão da
Assembleia Municipal, na véspera do 25 de Abril, para a interromper neste mesmo
dia, e dar-lhe seguimento e concluir a mesma com a Sessão Solene Evocativa do
dia seguinte e os respectivos discursos. Para esses discursos eram convidados
representantes dos partidos na Assembleia Municipal, até por se encontrarem
ainda no decorrer da própria reunião. Até aqui tudo bem, era legítimo, honroso
e coerente.
Mas não é isso que se passa nesta
altura. Essa obrigatoriedade de serem membros da Assembleia Municipal a
realizarem os discursos já ocorreu, por imposição, sem alguma sessão da
Assembleia Municipal estar a decorrer, mas já chegamos ainda ao mais ridículo e
antidemocrático, como ocorreu no ano transacto, de nem ser dada oportunidade
aos partidos, que não estão no poder, de poderem participar activamente, com
intervenções, na respectiva Sessão Solene Evocativa.
Desta vez a Concelhia de Nisa do
PS recebeu uma chamada do Gabinete da Presidente da Câmara, onde a mesma
convidava o Presidente da Concelhia a escolher um elemento da Assembleia
Municipal a fazer o respectivo discurso. Ou seja, em Nisa, nas Comemorações do
25 de Abril, onde as instituições políticas deveriam ser isenta e democraticamente
chamadas a participar, é a Presidente da Câmara que impõe aos representantes
legítimos dos partidos, quem são as “partes” que deverão fazer discurso no 25
de Abril. Tenta assim sanear a liberdade de expressão e a autoridade legítima
de cada um dos Presidentes das respectivas Concelhias, obrigando a que seja um
outro membro qualquer do partido, que lhes seja alternativa, a usar da palavra.
Como os Presidentes das Concelhias não são membros da Assembleia Municipal (mas
até já foram), afastam-se os problemas.
O PS até compreende que isso dê
um certo jeito à CDU, numa altura em que é necessária uma “substituição” de
protagonistas, e que a Presidente da Câmara, desgastada, não tenha tempo ou
paciência para luta político-partidária. Mas os socialistas não seguem
orientações de outros, nem se “baixam” a imposições ilegítimas e antidemocráticas.
Para além do Presidente actual da
Concelhia, ninguém melhor poderia representar condignamente o PS nestas
comemorações, do que o nosso Presidente da Assembleia Municipal, João Santana, eleito
pelo PS, ou o anterior Presidente da Concelhia de Nisa do PS, Joaquim Costa,
que tão honrosamente é homenageado na Sessão Evocativa, ambos membros da actual
Comissão Política Concelhia de Nisa, para além de todos os restantes eleitos
locais presentes, do Município às Freguesias, que de forma tão dedicada
trabalham para as suas populações.
A conclusão é assim muito simples,
com base nos três “D’s”: precisamos de muito mais “Democracia” no nosso
concelho, estamos sedentos que o termo “Desenvolvimento” finalmente nos chegue
à porta, e temos solução para que isso aconteça: queremos a “Descolonização”
dos responsáveis da CDU do concelho de Nisa, pois o progresso está logo ao
dobrar da esquina.
Viva o
25 de Abril![Publicado na edição de 27 de abril de 2012 do Jornal de Nisa (n.º 36, II Série)]
Medalha de Honra Municipal entregue ao Sr. Joaquim Maria da Costa, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Montalvão
Anterior Presidente da Comissão Política Concelhia de Nisa do PS e membro da Comissão Política actual, Joaquim Maria da Costa é um símbolo do Partido Socialista em Nisa.
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