segunda-feira
Moção do PS aprovada em Assembleia Municipal, a 14 de Julho, sobre os Serviços Públicos
O Município de Nisa tem sido alvo nestes últimos anos dos mais
devastadores ataques por parte da administração central. A possibilidade desse
ataque poderá ter como argumento fomentador o facto dos elementos do actual
Governo português desconhecerem por completo a história e origem do concelho e
os dados associados àquele que é o maior concelho do Distrito de Portalegre,
logo após as 3 cidades existentes.
A partir da década de 60, também como resultado do fenómeno da
emigração, o concelho veio a sofrer de uma redução da população, contrariando o
que até aí caminhava em sentido inverso. Coincidência do destino, os nisenses
vieram, nesse período, a partir em busca de melhores condições de vida, nomeadamente
para o local de onde, praticamente 7 séculos antes, chegaram famílias com
destino ao povoamento desta mesma região, como Nice, Toulouse, Montauban ou
Arles.
Concelho de Nisa, Distrito de Portalegre, Alentejo, Interior. Com uma
importância geoestratégica que remonta ao paleolítico, Nisa faz fronteira com a
Beira Baixa através do rio Tejo, com Espanha através do Rio Sever, e com o
resto do Norte Alentejano através dos seus concelhos limítrofes desde Castelo
de Vide a Gavião.
Depois do actual Governo ter eliminado a representação da sua
administração no Distrito, não tem sido nem acreditamos que seja a capital de
Distrito, Portalegre, a fazer a melhor defesa dos interesses de todo o
Distrito, que ao longo destes últimos anos tem vindo também a definhar, ou
mesmo a cidade de Elvas, com um enorme desenvolvimento nos últimos anos, mas
mais virada para uma futura Euro-cidade. Nem serão concelhos com locais
encantadores como Marvão ou Avis (barragem do Maranhão), com praticamente metade
da população do concelho de Nisa, que farão soar a sua voz na defesa do território
Norte Alentejano.
Para além disso, este Governo já enveredou também pela falácia
economicista da redução de Freguesias, da redução das extensões de saúde e
postos da GNR, da alteração ao conceito de comarca, chamando a si de forma
interesseira a indicação dos concelhos com nova localização estratégica
regional, de redução de secções de finanças, e agora de redução de equipamentos
associados ao ensino público, o mais grave ainda, que foram alvo de avultados
investimentos muito recentemente.
A preocupação, o repúdio ou mesmo a perplexidade já não são suficientes.
Está na hora de dizer que estamos vivos, que não aceitamos esta investida, e
relembrar que, mais do que algum argumento, qualquer elemento do Governo é um
ser humano, que se pretende racional, semelhante a qualquer dos cidadãos que
vivem ou têm qualquer forte ligação com o concelho de Nisa e que estão, de
forma quase criminosa, a serem atacados, também através dos impostos.
É nesse sentido que os
elementos pertencentes à Assembleia Municipal de Nisa assim decidem:
- Que
termine de imediato esta investida feita pelo actual Governo de Portugal ao
Município de Nisa de redução e/ou encerramento dos serviços públicos;
- Que seja reorientada a listagem das escolas do ensino básico cujo
encerramento de prevê, mantendo as escolas básicas de Alpalhão e Tolosa em
funcionamento, as 2 maiores freguesias do concelho logo depois da sede de
concelho, e até porque cumprem o número superior a 21 alunos, anteriormente
colocado como critério pelo actual Ministro da Educação;
- Que a estratégia governamental passe definitivamente pelo investimento
no interior de Portugal, transformando-o num país que se pretende
homogeneizado, chamando-se a essa responsabilidade os representantes do
partidos políticos associados ao actual Governo nessas mesmas regiões do país.
Esta moção é da autoria do Grupo Municipal do Partido Socialista na
Assembleia Municipal de Nisa, abaixo assinados,
Marco
Oliveira
Adelino
Temudo / Maria Rodrigues
Gilberto
Manteiga
João
Santana
Jorge
Graça
Emílio
Moura
Artur
Dias
Para além do envio ao Governo de Portugal, pretende-se que seja dado
conhecimento do mesmo ao Presidente da República Portuguesa, à Presidente da
Assembleia da República e aos Deputados eleitos pelo Distrito de Portalegre, ao
Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo,
ao Presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo e aos
representantes máximos de todos os partidos na Assembleia da República.
sexta-feira
Comunicado do Presidente da Concelhia
Chegamos então ao fim de mais uma
batalha. Desde 2006, passados 4 mandatos e no limite do permitido, os Estatutos
do Partido Socialista impõem agora a escolha de um novo Presidente de Concelhia
e de uma nova equipa.
Cientes do dever cumprido, alguns
foram os objetivos que nos propusemos alcançar desde a primeira hora, de que
ressalvo a necessidade obrigatória de união de um partido, cujo passado recente
em Nisa tudo previa não convencer os eleitores a vitórias locais futuras.
Colocando o concelho de Nisa
desde logo em primeiro lugar, trabalhamos com os militantes do PS de
Nisa, que duplicamos. Tentamos homenagear os melhores, o que algumas vezes só
já foi conseguido a título póstumo (perdemos grandes militantes do PS e
inclusivamente o 1.º Presidente da Câmara Municipal de Nisa após o 25 de Abril,
eleito pelo PS, António Bento). Abrimo-nos ao mundo. Passado pouco tempo do
início do 1.º mandato estávamos a realizar o I Encontro de Socialistas do
concelho de Nisa no Arneiro, com todo o apoio dado por um Socialista único, e que
fez o favor de se vir a tornar um grande amigo, Francisco Boleto.
Mas também compartilhamos a
organização de eventos com outras concelhias, salientando a de Castelo de Vide,
sob a figura da minha querida amiga Cecília Oliveira. Tivemos também connosco
responsáveis de outras concelhias vizinhas, mas com ligação ao concelho de
Nisa, de que destaco o atual Presidente da Concelhia de Gavião, Francisco
Louro.
Recordo dos “nuestros hermanos”
de Cedillo, Herrera e Santiago de Alcantara ficarem surpreendidos pelo facto de
existir um Partido Socialista no concelho de Nisa … Fizemos dois Encontros
Transfronteiriços únicos, o último deles de âmbito regional e que chamou a
comunicação social de ambos os lados da fronteira, dando um maior ênfase a uma
das nossas bandeiras desde a primeira hora, e que foi a construção da ponte de
ligação entre Montalvão e Cedillo. Mérito aos nossos camaradas do PSOE da
Província de Caceres, que conseguiram a conquista junto da União Europeia do
que os frustrados do PP regional vieram depois a destruir. PS e PSOE juntos
vieram a fomentar o incremento das relações entre os dois lados da fronteira,
sendo de todo justo relevar os nomes do Miguel Angel (atual Secretário-geral
do PSOE da Província de Cáceres, mas representante desde a primeira hora do
PSOE de Cedillo), Antonio Riscado (Alcaide de Cedillo) e Rodrigo Nacarino
(Alcaide de Herrera de Alcantara), que fizeram questão de se tornarem nossos
amigos, mas também o contributo do nosso ex-Presidente de Concelhia, Joaquim
Costa, e do anterior Presidente da Junta de Freguesia de Montalvão, António
Belo. Desnecessário seria salientar que
a conquista desta relação transfronteiriça não mereceu uma única nota nesta
última campanha para as autárquicas …
Iniciamos a realização de eventos
anuais, pela altura das comemorações do 25 de Abril ou do Natal, para que os
melhores sentimentos e reflexões do socialismo democrático pudessem ser
partilhados por todos. Ressalvo a presença do camarada e Deputado João Soares
no último Jantar de Natal organizado, mas noutras ocasiões também dos Deputados
Ramos Preto, Ceia da Silva ou Miranda Calha.
Estivemos presentes com a maior
dignidade em todos os eventos políticos realizados no concelho, por onde deslocalizamos
Comissões Políticas, assim como no distrito, através das Comissões Políticas
Distritais, Fóruns ou Plenários de Militantes, mas cujo marco principal foi sem
dúvida a realização em Nisa do XIII Congresso Distrital de Portalegre do
Partido Socialista. Também participamos com os nosso Delegados em todos os
Congressos Nacionais do PS, regozijamo-nos ainda mais pela presença em
Comissões Nacionais do partido, e estivemos presentes com os nossos eleitos
locais nos Congressos e Encontros Nacionais da ANAFRE, na altura da discussão
de uma matéria tão delicada como a da extinção das nossas freguesias. Tomamos
ainda posição sobre tudo o que consideramos relevante e que mereceria uma
tomada de posição da Concelhia de Nisa do PS, através de comunicados ou artigos
de opinião, também através dos nossos eleitos locais, com propostas (de que
saliento a concretização de transformarmos a Tauromaquia como património
cultural e imaterial de interesse municipal), requerimentos, petições, declarações
de voto e até moções de censura, e participamos em todas as campanhas
eleitorais para os vários órgãos de soberania.
A concelhia de Nisa fez também
parte dos grupos de trabalho, organizados através do LIPP – Laboratório de
Ideias e Propostas para Portugal, na sede do Largo do Rato, para preparar um
futuro Programa de Governo socialista.
Como expoente máximo, tivemos a
presença do Secretário-geral do PS em Nisa, António José Seguro, já durante
este último mandato, e estivemos também sempre com José Sócrates.
A união foi conseguida e a única
vez que tal foi colocado em causa, a Comissão Política Concelhia soube
responder veementemente. Nunca estiveram em causa as pessoas em si, mas sim o
seu comportamento político. Sei do que falo, porque também sei a estima pessoal
que lhes tenho e sempre tive. Falamos assim a uma só voz durante todo este
período.
Sabemos, pelas responsabilidades
que temos e também pelo conhecimento de outros concelhos do país, que nem
sempre se torna fácil a vivência entre as estruturas políticas organizadas,
como são as Concelhias, e aqueles que vêm a ser os candidatos às eleições
autárquicas, escolhidos por essa mesma Comissão Política. Muitos trazem sonhos
e objetivos muito próprios, o que dificulta uma perfeita interação. Mas a
arrogância, a prepotência e a ingratidão foi garantidamente inferior há 4 anos
atrás. Nessa altura ganhamos a Assembleia Municipal, a maioria das Juntas de
Freguesia e perdemos a Câmara Municipal. Desta feita, voltamos a ganhar a
Assembleia Municipal (onde mais uma vez recebemos o maior número de votos,
tendo em conta os 3 órgãos), perdemos a quase totalidade das Juntas de
Freguesia e ganhamos a Câmara … Para quem fala de responsabilidades … a
refletir!
Enfim, fomentamos sorrisos e
alegrias, nomeadamente a conquista do nosso objetivo principal, a Câmara
Municipal de Nisa, mas convenhamos terão surgido algumas situações que terão
corrido menos bem.
Percebeu-se que incomodamos
alguns cidadãos em especial, nomeadamente alguns pseudo analistas que se dizem
políticos, mas que não têm a mínima formação para tal, mesmo para fazer análise
a uma qualquer página da revista Maria. Mais não são do que invejosos, que usam
a inconveniência para conseguirem ter visibilidade e colmatar as suas
frustrações. Pior ainda se nos referimos a gente que passa por quase todos os
partidos visíveis no concelho e ainda assim acham que têm legitimidade para
fazer críticas a quem tenta desenvolver um trabalho sério.
Considero estranho a não
apresentação de listas para a Comissão Política Concelhia, numa altura de possível
conjuntura local favorável, o que, em meu entender, deveria ter ocorrido por
quem quis afastar a Comissão Política Concelhia de decisões que só a ela diriam
respeito, ou então por aqueles que sempre contestaram essa postura, mas
preferiram não causar burburinhos para não colocar a conquista da Câmara
Municipal em causa. Não será saudável a existência de militantes em Nisa por
conveniência, muito menos que sujeitem outros vulneráveis a objetivos e
critérios particulares. Queremos o continuar do amor à camisola, sem o primado
da contrapartida.
Quanto à legitimidade para poder
falar sobre Nisa, tratar sobre Nisa, analisar à luz de Nisa, não quereria, a
título pessoal, deixar de esclarecer os mais incomodados que nasci há 40 anos
atrás no Hospital da Misericórdia de Nisa, tendo começado por residir na Praça
da República. Frequentei o Jardim Escola da Misericórdia e mais tarde entrei
para a Escola Primária situada na mesma praça, também apelidada de Rossio, onde
os meus avós eram proprietários do Café Dom Dinis. Partilhei as minhas
brincadeiras de infância entre os plátanos da Alameda e o “jardim” do Hospital,
ambos os locais com “balizas” extraordinárias. Passados 4 anos passaria para a
Escola Preparatória, após os excelentes ensinamentos da minha Professora
Celeste.
A partir da próxima sexta-feira,
passarei a ser um Presidente de Concelhia cessante, mantendo as funções de
Deputado Municipal, até que seja encontrada solução para dar seguimento ao
trabalho até aqui realizado. Um estilo de presidência diferente, principalmente
para aqueles que têm grande dificuldade em perceber que presidências e
responsabilidades não são só as das direções das coletividades …
Quero agradecer a todos os que
confiaram em mim, nomeadamente a todos os militantes do PS em Nisa que fizeram
questão de me acompanhar, antigos e novos, fosse qual fosse o modo de o
fazerem, ressalvando aqui os meus caros Emílio Moura, Gilberto Manteiga e
Adelino Temudo (com estas últimas duas referências, na chamada política ativa,
em várias frentes, desde 1997, relembrando aqui a Juventude Socialista de Nisa),
bem como aos representantes regionais e nacionais, de que destaco os
presidentes de Federação Jorge Martins (e toda a equipa que acompanhou o
projeto que me tornou membro da Mesa da Comissão Política Distrital, liderada pelo
camarada Albano Silva) e Luís Testa, o Deputado Pedro Marques (um representante
improvável e grande defensor do distrito, que é garantidamente um político
extraordinário, também no âmbito visivelmente nacional) e o sempre disponível para
grandes decisões Comendador Rui Nabeiro, para além de pessoas, inclusivamente de
outros partidos e independentes, que sempre souberam reconhecer o meu trabalho.
Nota especial ao meu pai, Jorge Oliveira, que já não assistiu à minha primeira
tomada de posse mas que esteve garantidamente ao meu lado em todos os momentos,
à minha querida filha, Maria Inês, já quase uma verdadeira política após tanta
reunião em que acompanhou o pai, bem como à minha mãe Maria da Luz e aos meus
irmãos Margarida, Gustavo, Catarina e sobrinho Tiago, mas também aos meus amigos
de coração Jaime Estorninho, Amadeu Pires e Joaquim Figueiredo (tristemente a
título póstumo), que me acompanharam durante este período, souberam sempre
ouvir, mas também souberam ser enormes conselheiros.
Com o PS agora no poder no
concelho de Nisa, desejo, e penso que desejamos todos, um concelho mais bonito,
bem aproveitado e dinâmico, com menos pedra e se possível mais verde.
Aproveito para desejar um Natal
feliz para todos e um ótimo 2014!
Saudações Socialistas,
O Presidente da
Comissão Política Concelhia de Nisa do PS,
Marco
António Oliveira
segunda-feira
Reunião sobre o encerramento e desqualificação dos Tribunais
"O descontentamento dos autarcas foi generalizado, que contestaram os critérios utilizados. “Não aceitamos nenhum argumento de proximidade. Quem tem de recuar é a Ministra”, enfatizou o Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto. “O Município de Carrazeda de Ansiães não foi sequer contemplado com uma secção de proximidade, gostava que a Ministra nos explicasse porquê”, questionou o autarca daquele Concelho. A perplexidade foi partilhada pela autarca de Nisa. “O tribunal tem boas instalações. Gostávamos de saber porque é que não aproveitam as nossas valências. Se vão encerrando todos os serviços qualquer dia entregamos as chaves dos Paços do Concelho, pois na verdade ficamos a defender o quê?”."
quarta-feira
sábado
Câmara Municipal de Nisa toma posição sobre “Possível” encerramento da Repartição de Finanças
A Câmara Municipal de Nisa, na primeira reunião após as eleições de 29 de setembro, deliberou aprovar uma tomada de posição sobre o “possível” encerramento da Repartição de Finanças do concelho de Nisa.
“Ao iniciarmos o desempenho de funções autárquicas no mandato 2013/2017, face à informação recente veiculada através dos meios de comunicação social alegadamente suportada por declaração do Senhor Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais e do Presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos sobre o iminente encerramento da Repartição de Finanças de Nisa no âmbito de um plano de extinção que afetará 80% das repartições existentes no Distrito de Portalegre, conscientes da nossa realidade marcadamente rural caracterizada pelo minifúndio, população envelhecida com dificuldade de acesso a meios alternativos tecnologicamente mais evoluídos, ausência de uma rede de transportes públicos permanente (que dificulta o acesso rápido e rotineiro à capital de distrito).
Considerando que no atual contexto de extinção do Tribunal Judicial da Comarca de Nisa e dos recentes encerramentos das Extensões de Saúde, a informação existente sobre a intenção de encerramento da Repartição de Finanças constitui, a concretizar-se, mais um rude golpe da necessidade de presença de serviços de proximidade de que as nossas populações carecem e provocará, por consequência, mais um contributo para a desertificação do nosso território concelhio, contra a qual constitui nossa intenção e ação enquanto representantes dos nossos concidadãos, contrariar a todo o custo.
Não podemos concordar com tal intenção/decisão de encerramento que não assegura a igualdade de tratamento devida aos cidadãos em matéria de prestação de serviços públicos de qualidade e de proximidade - somos cidadãos contribuintes como os demais portugueses, pagamos impostos como todos os outros, não queremos ser excluídos em matéria de retorno dos nossos sacrifícios fiscais, temos direito à coesão territorial e não nos conformamos com a desertificação do modo rural!
Neste contexto, o executivo Municipal de Nisa delibera:
-Discordar em absoluto de qualquer decisão de extinção da Repartição de Finanças de Nisa.
-Dar conhecimento desta tomada de posição a Sua Exa. Senhora Ministra de Estado e das Finanças.
-Solicitar informação sobre a existência de algum estudo que suporte a extinção da Repartição de Finanças no concelho de Nisa.”
terça-feira
segunda-feira
"Comissão Nacional do PS recomenda eleições para as concelhias a 6 e 7 de Dezembro"
A Comissão Nacional do PS reuniu-se hoje em Vila Nova de Gaia onde foi também feita a análise aos resultados das eleições de dia 29 de setembro e à proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2014.
A Comissão Nacional do PS aprovou hoje, por “larguíssima maioria”, a recomendação às federações para que as eleições para as secções e concelhias socialistas decorram no fim de semana de 06 e 07 de dezembro.
Em declarações à agência Lusa, o secretário nacional para a Organização do PS, Miguel Laranjeiro, explicou que quem coordena as eleições para as concelhias são as federações, acrescentando que a recomendação hoje aprovada por “larguíssima maioria” foi feita pelo Secretariado Nacional.
Assim, recomenda-se “às federações que as eleições para as secções e concelhias sejam no fim de semana de 06 e 07 de dezembro”.
“Segundo os estatutos do PS estas eleições têm que ocorrer no prazo de 90 dias a seguir às eleições autárquicas. A sugestão é que decorra no primeiro fim de semana de dezembro”, explicou.
A Comissão Nacional do PS reuniu-se hoje em Vila Nova de Gaia onde foi também feita a análise aos resultados das eleições de dia 29 de setembro e à proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2014.
In http://www.ionline.pt/artigos/portugal/comissao-nacional-ps-recomenda-eleicoes-concelhias-6-7-dezembro
Em declarações à agência Lusa, o secretário nacional para a Organização do PS, Miguel Laranjeiro, explicou que quem coordena as eleições para as concelhias são as federações, acrescentando que a recomendação hoje aprovada por “larguíssima maioria” foi feita pelo Secretariado Nacional.
Assim, recomenda-se “às federações que as eleições para as secções e concelhias sejam no fim de semana de 06 e 07 de dezembro”.
“Segundo os estatutos do PS estas eleições têm que ocorrer no prazo de 90 dias a seguir às eleições autárquicas. A sugestão é que decorra no primeiro fim de semana de dezembro”, explicou.
A Comissão Nacional do PS reuniu-se hoje em Vila Nova de Gaia onde foi também feita a análise aos resultados das eleições de dia 29 de setembro e à proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2014.
In http://www.ionline.pt/artigos/portugal/comissao-nacional-ps-recomenda-eleicoes-concelhias-6-7-dezembro
sexta-feira
quinta-feira
quarta-feira
segunda-feira
sábado
"Deputados questionam o Governo acerca do fecho de repartições de Finanças"
"Face aos anúncios da intenção do Governo de encerrar centenas de repartições de finanças por todo o país, reafirmados pelo Sindicato dos Trabalhadores de Impostos, os deputados socialistas eleitos pelos círculos de Setúbal, Braga e Portalegre questionaram a Ministra das Finanças sobre a confirmação desta pretensão, bem como sobre os critérios e estudos em que se baseia.
A confirmar-se, esta situação configura para os parlamentares socialistas uma demonstração clara que “o governo do PSD/CDS-PP, ao mesmo tempo que deixa vazios os bolsos e a esperança dos portugueses, condimenta o pacote com mais encerramentos de serviços públicos sempre negados na recente campanha eleitoral. Continuam o caminho da destruição do Estado Social, abandonando a generalidade dos portugueses e, em particular, os mais vulneráveis. O governo PSD/CDS-PP persiste nas medidas contra as populações e no caminho do atraso do País”, acusam os deputados do Partido Socialista. Para os parlamentares do PS, “será mais um rude golpe que vai ser desferido contra os cidadãos retirando-lhes serviços de proximidade, e deixando-os sem resposta aceitavelmente próxima, na senda, aliás, daquilo que este governo tem vindo a fazer em diversas áreas da governação, como a justiça, a saúde, as freguesias, ou a educação”."
A confirmar-se, esta situação configura para os parlamentares socialistas uma demonstração clara que “o governo do PSD/CDS-PP, ao mesmo tempo que deixa vazios os bolsos e a esperança dos portugueses, condimenta o pacote com mais encerramentos de serviços públicos sempre negados na recente campanha eleitoral. Continuam o caminho da destruição do Estado Social, abandonando a generalidade dos portugueses e, em particular, os mais vulneráveis. O governo PSD/CDS-PP persiste nas medidas contra as populações e no caminho do atraso do País”, acusam os deputados do Partido Socialista. Para os parlamentares do PS, “será mais um rude golpe que vai ser desferido contra os cidadãos retirando-lhes serviços de proximidade, e deixando-os sem resposta aceitavelmente próxima, na senda, aliás, daquilo que este governo tem vindo a fazer em diversas áreas da governação, como a justiça, a saúde, as freguesias, ou a educação”."
quinta-feira
segunda-feira
"Recuperamos, finalmente, a Câmara Municipal de Nisa!"
Esta é a frase que os Socialistas de Nisa mais ansiavam, e que está também
de acordo com o principal objectivo da Comissão Política Concelhia de Nisa do
PS, eleita a 2 de Junho de 2012 para este mandato, que foi o de vencer as
Eleições Autárquicas em 2013, entenda-se ganhar a Câmara Municipal e, se
possível, manter o restante número de eleitos.
É por isso hora de dar os parabéns aos escolhidos, aguardar que cumpram com
honra e lealdade as funções que lhes foram confiadas e agradecer o empenhamento
de todos os membros da Concelhia de Nisa do PS, desde a Comissão Política aos
seus restantes Militantes.
É bom salientar que muitos Socialistas sabem que ao longo de todo este
processo eleitoral terão ocorrido uma série de atropelos, nomeadamente aos
Estatutos do PS, bem como insinuações, ingratidões, autismos e prepotências
desmedidas, mas, ainda assim, algumas tomadas de posição terão sido
garantidamente as melhores, tendo por base a dinâmica de vitória. Não estivemos
por isso "todos juntos", mas "todos do mesmo lado".
Para quem não sabe ou se recorda, os órgãos da concelhia são a Comissão Política
Concelhia, o Presidente da Concelhia e o Secretariado da Concelhia, o que
significa que qualquer um destes órgãos por si só, como o próprio Presidente da
Concelhia, poderá em qualquer altura ter uma tomada de posição que produzirá garantidamente
os seus efeitos. Mais ainda, e também para quem não sabe, o Largo do Rato fica habitualmente
embevecido sempre que são eleitos os cabeças-de-lista às Câmaras e esquece
quase por completo a existência das estruturas organizadas do partido, nomeadamente
concelhias.
Mas estivemos todos do mesmo lado, inclusivamente uma série de elementos independentes
que trabalharam afincadamente na campanha e que responderam de forma positiva a
todas as responsabilidades que lhes foram atribuídas, estivessem ou não dentro
da sua área de competência, e cuja participação temos que agradecer. É por isso
que aos líderes locais cabe a consciência de saberem ter a melhor atitude
quando situações adversas poderão fazer abanar uma vitória.
E assim foi. O PS passa a ter assim 6 elementos da Comissão Política
Concelhia nos órgãos municipais (um como Presidente da Câmara e 5 na Assembleia
Municipal). Temos que, de forma extasiante, elevar o feito da nossa candidata
Idalina Trindade, eleita por unanimidade em sede de Comissão Política
Concelhia, ao ter conseguido a Presidência da Câmara de Nisa, bem como do
candidato Francisco Cardoso, esperando-se que a Presidência da Assembleia
Municipal seja entregue ao partido mais votado, o PS, e ao seu principal
representante, João Santana, e não a quem, encabeçando outra lista, não tenha
suficiente vergonha na cara para ir assumir uma função que legitimamente não
lhe pertence. Pelo meu lado, fui convidado com o intuito de ser o líder da
bancada do PS na Assembleia Municipal, mas, ainda que isso não venha a ocorrer,
deixo, como sempre, a promessa da defesa intransigente dos interesses de todos
os cidadãos do meu concelho.
Quero agradecer a todos os que me felicitaram, ainda na sede de
candidatura ou no exterior, via telefone ou cibernautas, inclusivamente de
outras forças partidárias, independentes ou de fora do concelho, pela vitória
do PS, demonstrando assim conhecimento e reconhecimento por todo o trabalho
desenvolvido ao longo destes anos nas Comissões Políticas Concelhias a que
presidi, algo que muitos do interior do partido não souberam fazer.
Tenho agora, pelos Estatutos do PS, praticamente 90 dias para marcar
eleições para a Comissão Política Concelhia, para cuja presidência já não me
poderei recandidatar, mas confesso estar também na hora de mudar de página, com
o PS agora no poder em Nisa, e de iniciar um novo ciclo, associado às boas
coisas e causas da vida, como a saúde, a família ou destinar a minha atenção
para onde a política também tenha pouco lugar.
Estamos assim praticamente a terminar este período de actividade política intensa,
com dignidade e com chave d'ouro, e tenho a certeza que a próxima Comissão
Política Concelhia irá garantidamente tentar fazer melhor do que foi feito
durante estes últimos 4 mandatos. Também com mais simpatizantes e apoiantes que
se quererão fazer agora, com certeza, militantes do partido.
Assim seja!
Marco Oliveira
sexta-feira
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